domingo, 28 de maio de 2017

Se o jihadista de Manchester fosse um "palestino", a família seria paga pela "Autoridade Palestina"


"E como você disse esta manhã, Senhor Presidente, financiar e recompensar o terrorismo deve terminar", disse Netanyahu. "De pé ao seu lado, o presidente Abbas condenou o terrível ataque em Manchester. Espero que isso anuncie uma mudança real, porque se o atacante fosse 'palestino' e as vítimas fossem crianças israelitas, a família do suicida teria recebido um subsídio da Autoridade Palestina. Essa é a lei palestina. Essa lei deve ser mudada".
Sim, e mais deve ser mudado também. Está nos estatutos da Autoridade Palestina obliterar Israel. O objectivo da OLP é a "liquidação da presença sionista". Como Abbas indicou há menos de dois anos:
"Congratulamo-nos com cada gota de sangue derramado em Jerusalém. Isto é puro sangue, sangue puro, sangue do caminho para Alá."

Os judeus, em Israel, são diariamente alvo da
O mega-terrorista Mammoud Abbas (ele mesmo um reizinho bilionário pago pelo Ocidente) paga regiamente aos terroristas que matam judeus. Com o dinheiro que o Ocidente lá despeja.
Se o jihadista de Manchester fosse um "palestino", a família seria paga pela "Autoridade Palestina", e a Esquerda, os media, os intelectuais, os artistas, as cabeças pensadoras, os pacifistas e os nazis, festejariam o acto de "resistência". As crianças israelitas não valem nada. E as inglesas também valem menos que os terroristas, hoje em dia.

Vítimas do ataque islamista de Manchester. Quando os mesmos terroristas matam judeus, os mesmos terroristas são considerados heróis.

A nobre esperança de Netanyahu e Trump, de verem a lei 'palestina' de pagar terroristas mudada, significaria uma mudança completa na perspectiva central: a Autoridade Palestina teria que abandonar a doutrina da jihad islâmica, o que Abbas dificilmente estaria disposto a fazer.
No entanto, o financiamento da AP pelos contribuintes ocidentais deve ser cortado inteiramente, a menos e até que eles mudem essa lei.
Fonte

 


"Netanyahu elogia Trump pelo seu apelo para acabar com os prémios para os terroristas, e para que os palestinos mudem a lei que recompensa o terror"
 David Rutz, Washington Free Beacon, 23 de Maio de 2017:

    
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e o presidente Donald Trump, mais indirectamente, apelaram à Autoridade Palestina esta terça-feira para suspender a sua política de pagar aos terroristas que matam israelitas e apoiar as suas famílias.

    
Durante as declarações na Judeia e Samaria, ao lado do líder da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, na manhã seguinte a um atentado suicida na Inglaterra matou 22 pessoas, Trump disse que a violência nunca deve ser "tolerada, financiada e até recompensada".
    
"Fiquei satisfeito quando o presidente Abbas se juntou à cimeira e se comprometeu a tomar medidas firmes, mas necessárias, para combater o terrorismo e enfrentar a sua ideologia odiosa", disse Trump.

    
Trump pediu a condenação de tais ataques terroristas numa "voz única e unificada".

    
Mais tarde, na terça-feira, Netanyahu falou antes de Trump no Museu de Israel e enalteceu a declaração que Trump fez ao lado de Abbas. Enquanto o terrorista de Manchester foi condenado por Abbas, disse Netanyahu, a família do suicida teria recebido dinheiro da Autoridade Palestina se as vítimas fossem israelitas.

    
"E como você disse esta manhã, Senhor Presidente, financiar e recompensar o terrorismo deve terminar", disse Netanyahu. "De pé ao seu lado, o presidente Abbas condenou o terrível ataque em Manchester. Espero que isso anuncie uma mudança real, porque se o atacante fosse palestino e as vítimas fossem crianças israelitas, a família do suicida teria recebido um subsídio da Autoridade Palestina. Essa é a lei palestina. Essa lei deve ser mudada."

    
O Washington Free Beacon informou no ano passado que a Autoridade Palestina paga aos terroristas e suas famílias cerca de 140 milhões de dólares por ano, que são cerca de 10% do seu orçamento anual. Os meios de comunicação palestinos oficiais glorificam os perpetradores de ataques violentos contra israelitas.

    
O palestino que matou o veterano do Exército dos Estados Unidos Taylor Force e feriu vários outros em Março de 2016 foi saudado nos meios de comunicação oficiais como um "mártir".

    
"Congratulamo-nos com cada gota de sangue derramado em Jerusalém. Este é sangue puro, sangue puro, sangue do caminho para Alá", disse Abbas em Setembro de 2015 na televisão palestina. "Com a ajuda de Alá, todo o mártir estará no céu, e todos os feridos receberão a sua recompensa".

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O Mundo Islâmico financia as organizações terroristas que matam judeus e procuram obliterar Israel, como financiam as que matam cristãos e outros infiéis. É natural, a ideologia islâmica é essa:


Quando os terroristas matam europeus ou norte-americanos, os respectivos governos fazem raides aéreos sobre as regiões onde se acoitam os terroristas. Não olham a vidas civis. E ninguém contesta.
Quando Israel investe contra os terroristas e com as precauções que fazem do seu Exército, o mais moral da História, (veja a nossa secção IDF), o Mundo protesta! Judeus têm que se deixar matar!
Para caírem nas graças dos Senhores do Petróleo, os países Ocidentais financiam os terroristas "palestinos". É que sem Israel ali, a garantir a segurança do Mundo Livre, mais depressa ainda os muçulmanos dão cabo uns dos outros e da região, e mais depressa os países ocidentais podem voltar a marcar posição no Médio Oriente e ter acesso facilitado ao petróleo. Se depois o Mundo Livre arde, isso é com cá fica. O deus-Dinheiro é o único que interessa a quem nos governa.

Os muçulmanos jamais abdicarão da jihad:


Criámos a etiqueta Massacre de Manchester (os vídeos são continuamente censurados pelo lóbi islamofascista do Google/YouTube). Os posts anteriores:

Imã em Manchester... jihadista na Líbia!

Morrissey - "A raiva é monumental"

Salman Abedi denunciou professor como 'islamofóbico' por este condenar ataques suicidas

A nossa insistência neste tema acompanha as tentativas desesperadas da Imprensa e dos políticos (que não puderam varrer este ataque para baixo do tapete) para branquearem o Islão.

Imã em Manchester... jihadista na Líbia!

NÃO PERCA A REPORTAGEM DE TOMMY ROBINSON NO FINAL DESTE POST.

 

O imã Mustafa Abdullah Graf, à direita, nas fileiras jihadistas, na Líbia em 2011.

De acordo com um hadith (édito religioso islâmico) Maomé disse:
"A guerra é engano" (Bukhari 4.52.268).
E as autoridades britânicas estão muito ansiosas por serem enganadas.


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O imã do jihadista de Manchester foi filmado em combate, nas fileiras dos jihadistas na Líbia. E alegou que esteve lá para ajudar a família


 "O imã do assassino de Manchester foi filmado lutando juntamente com jihadistas na Líbia apesar de alegar que foi lá para ajudar seus pais e irmãos a fugir da violência"
Chris Greenwood, Sam Greenhill e Ian Drury, Daily Mail, 27 de Maio de 2017:

    
O imã-chefe da mesquita onde o bombista de Manchester Salman Abedi adorava o deus Alá, foi filmado a combater com os  terroristas na Líbia, foi relatado ontem à noite.

    
Mustafa Graf, de 46 anos, apareceu ao lado de anciãos na mesquita de Didsbury numa conferência de imprensa na quarta-feira, condenando a atrocidade que matou 22 pessoas e distanciou-se de Abedi.


O jihadista Graf na conferência de Imprensa.

    
Graf admite ter estado na Líbia durante a revolução de 2011 e que ele foi capturado por forças do regime de Gaddafi.

   
À agência de notícias francesa AFP, um jihadista britânico chamado Mostafa Abdallah Graf descreve os preparativos para a batalha contra as forças de Gaddafi em Beni Walid, perto de Tripoli.

    
Entrevistado na frente de jihadistas e transportando grandes bombas e outras munições, ele enverga um uniforme de combate no deserto e óculos de sol.

    
Em árabe, ele diz: "Estas munições são de várias cidades da Líbia. São para tanques, artilharia pesada e mísseis.
Graças a Alá tudo está pronto - estamos apenas esperando ordens para atacar".

  
Graf, que fugiu da Líbia em 1991 e criticou abertamente o regime do coronel Kadhafi, foi capturado duas vezes pelas forças do ditador depois de viajar para a Líbia em Fevereiro de 2011. Alegou que ia ajudar o seu pai idoso, sofrendo de câncer, e a sua mãe e os seus irmãos.

    
Mas dias antes de partir, elogiou a bravura dos revolucionários e o deleite de que o regime de Kadafi pudesse chegar ao fim. (...)

 
Graf não respondeu aos pedidos de comentários sobre o seu tempo na Líbia.

    
No programa de perguntas da BBC na quinta-feira à noite, um membro da audiência disse que recebeu um folheto "anti-Ocidente" na Mesquita Didsbury, que disse que "a modéstia, a vergonha e a honra não têm lugar na civilização ocidental". (...)

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O terrorista islâmico Salman Abedi.

 "A assimilação é um crime contra a humanidade ... Não há Islão moderado ou imoderado. O Islão é o Islão, e é isso ... As mesquitas são os nossos quartéis, os minaretes as nossas baionetas, as cúpulas os nossos capacetes e os fiéis nossos soldados".
- Tyyip Erdogan, Presidente da Turquia, 2008

A Turquia e a Arábia Saudita estão a exportar a jihad para o Ocidente. Bilionários da Arábia Saudita (ainda agora Trump, em visita oficial ao país, o referiu, nas barbas dos sauditas) financiam mesquitas e fornecem imãs radicais e literatura jihadista. A Takyya (a mentira sagrada do Islão) é sempre usada para enganar os ocidentais ingénuos.

 Massacre de Manchester: assim vai a islamização da Europa, mascarada de "apoio aos refugiados".

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Morrissey - "A raiva é monumental"

Salman Abedi denunciou professor como 'islamofóbico' por este condenar ataques suicidas

Nota: Não temos menos consideração pelas vítimas da jihad em acções menos aparatosas que esta. A nossa insistência neste tema acompanha as tentativas desesperadas da Imprensa e dos políticos (que não puderam varrer este ataque para baixo do tapete) para branquearem o Islão.


sábado, 27 de maio de 2017

Morrissey - "A raiva é monumental"


(VEJA O VÍDEO NO FINAL)
Morrissey é natural de Manchester, e no dia do seu aniversário, escreveu na sua página do Facebook:

Comemorava o meu aniversário em Manchester quando a notícia da bomba na arena de Manchester estourou. A raiva é monumental.

    
Porque razão isso irá alguma vez parar?

    
Theresa May diz que tais ataques "não nos quebrarão", mas sua própria vida é vivida numa bolha à prova de bala, e ela evidentemente não precisa de identificar nenhum jovem hoje nas morgues de Manchester. Além disso, "não vai nos quebrar" significa que a tragédia não vai quebrá-la, ou às suas políticas sobre imigração. Os jovens de Manchester já estão quebrados - obrigados mesmo assim, Theresa. Sadiq Khan diz que "Londres está unida com Manchester", mas não condena o Estado Islâmico - que se responsabilizou pela bomba. A Rainha recebe elogios absurdos pelas suas "palavras fortes" contra o ataque, contudo não cancelará a festa de jardim de hoje no Palácio de Buckingham - e nenhuma desaprovação é permitida na imprensa livre de Grã Bretanha. O presidente de Manchester, Andy Burnham, disse que o ataque é obra de um "extremista". Que tipo de extremista? Um coelho extremista?

    
Na Grã-Bretanha moderna todos parecem petrificados para dizerem oficialmente o que todos nós dizemos em privado.

    
Os políticos dizem que não têm medo, mas eles nunca são vítimas. Como é fácil ficar sem medo quando se está protegido da linha de fogo. As pessoas não têm essas protecções.

    
Morrissey
    23 de Maio de 2017

Por estas palavras, Morrissey está sob o fogo da Imprensa extrema-esquerdista britânica, com destaque para o Al-Guardian, que pede meças ao igualmente terrorista Al-Público. A nossa raiva também é MONUMENTAL, Morrissey. Quando vemos as pilhas de cadáveres das crianças e o sorrisos divertidos dos políticos que se vendem literalmente por um par de sapatos, a nossa raiva é monumental.


Morrissey em Manchester: "Uma Luz Que Nunca se Apaga":



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Salman Abedi denunciou professor como 'islamofóbico' por este condenar ataques suicidas


A Estrada da Esquerda leva a Manchester

Qual a maior ameaça? O terrorismo islâmico ou a "islamofobia"?

(VEJA O VÍDEO NO FINAL)


Na noite de segunda-feira, um assassino em massa matou 22 pessoas e feriu 59 num concerto de Ariana Grande em Manchester, Inglaterra.

O perpetrador foi um homem chamado Salman Ramadan Abedi, um homem que amigos descreveram como um muçulmano "devoto" que memorizou todo o Alcorão. Ele era conhecido pelas autoridades britânicas como uma ameaça terrorista e tinha estado em contacto com um recrutador para o Estado Islâmico (ISIS).

Eu não tinha ouvido falar de Salman Abedi antes de ele ter assassinado todas aquelas crianças e seus amigos e familiares no concerto Ariana Grande, mas quando eu recentemente falei na Universidade Estadual Truman em Missouri, na Universidade de Buffalo, no Gettysburg College e num evento na Islândia, discuti o sistema de crenças que incita pessoas como Salman Abedi à violência. Expliquei as maneiras pelas quais os terroristas islâmicos usam os textos e os ensinamentos do Islão para justificar a violência e fazer recrutas entre muçulmanos pacíficos, e os textos do Alcorão e da lei islâmica que apelam aos muçulmanos para fazerem guerra contra aqueles que não acreditam no Islamismo.

As três universidades e a Imprensa islandesa trataram a minha presença no país como se Josef Goebbels tivesse lá parado para uma visita. Uma petição exigindo que minha aparição na Universidade Truman fosse cancelada chamou-me "raivoso, orador inflamatório, e islamofóbico [sic]", e alegou que eu tenho "uma agenda de ódio e violência". Além disso, afirmou que "permitir a minha presença é prejudicial à segurança e bem-estar dos membros da comunidade da universidade"Outros apelam a que eu seja fisicamente atacado.

Uma petição semelhante na Universidade de Buffalo acusou: "A programada palestra de Spencer representa o risco muito real de incitar actos de violência no campus entre as comunidades estudantis".  Um estudante do Gettysburg College alegou, sem fornecer nenhuma evidência, que meu trabalho foi "usado como base para crimes de ódio contra muçulmanos nos Estados Unidos".

A Imprensa islandesa escreveu na mesma linha. Depois de eu ter saído, o jornal Monitor, da Islândia, observou que "o conferencista americano e islamofóbico Robert Spencer ... fez uma palestra sobre o que ele chama 'a ameaça da Jihad' em Reykjavík recentemente".

Enquanto eu lá estive, vários entrevistadores acusaram-me de lançar suspeitas injustas sobre a pequena comunidade muçulmana na Islândia e recearam que os muçulmanos na Islândia fossem atacados por vigilantes na sequência da minha palestra. Quase todas as notícias sobre a minha visita à Islândia, bem como as petições e notícias sobre as minhas visitas a essas três universidades, continham a informação de que o assassino em massa norueguês Anders Breivik me tinha mencionado várias vezes no seu manifesto. Ninguém mencionou as diferenças entre as crenças dele e as minhas; ou o facto de ele ter começado a planear a violência na década de 1990, antes de eu ter publicado algo sobre a ameaça da jihad; ou o facto de ele me ter criticado nesse mesmo manifesto por eu não incitar à violência; ou o facto de que ele também citou muitas pessoas, de todo o espectro ideológico, incluindo Barack Obama, Tony Blair e Condoleezza Rice, que nunca são questionados sobre o seu possível papel em incitá-lo a matar.

NOTA NOSSA: Anders Breivik, para além de ser um louco sem filiação em nenhuma organização ou ideologia em concreto, é afecto ao Islão e ao Nazismo:

Breivik: Nazi e Islamista!


A mensagem era consistente e clara: Spencer é uma pessoa perigosa cujo trabalho ameaça a segurança de pessoas inocentes. Ele fala sobre uma ameaça onde não há nenhuma.

Passaram-se várias semanas desde que falei nessas três instituições académicas e em Reykjavik, onde um esquerdista que sem dúvida foi incitado a agir contra mim pela cobertura difamatória que recebi na Imprensa islandesa me envenenou. Nesse período, algum muçulmano da Universidade Truman, da Universidade de Buffalo, do Gettysburg College ou de qualquer outro lugar da Islândia foram brutalizados por aqueles que me ouviram falar? Não. Algum muçulmano em qualquer lugar foi assassinado por um "islamofóbico"?

Não. Mas vinte e duas pessoas estão mortas na Grã-Bretanha, às mãos de um homem, por causa de uma ideologia, como o Monitor de Islândia disse, à qual que eu chamo "a ameaça jihadista". Essa ameaça é real, e crescente em todo o mundo, como evidenciam os mais de 30.000 ataques jihadistas em todo o mundo desde o 11 de Setembro.

Nota: 30898 até este momento. O Islão mata mais em 1 ano,nos tempos que correm, do que a Inquisição matou em 350 anos, quando era comum matar por pretextos que hoje são absurdos.

Anders Breivik era um louco, um psicopata sem uma visão do mundo coerente. Aqueles que discordam devem tentar explicar o facto de que este "islamofóbico" assassino aconselhou a colaboração com os grupos terroristas jihadistas Hamas e Al-Qaeda. Ele não representa o resultado violento da rectórica "islamofóbica". Que não houve outros assassinos "islamofóbicos" antes ou depois dele é mais uma prova disso.

O que a sua contínua notoriedade representa na verdade é a avidez da esquerda e dos media do establishment para estigmatizar e demonizar, e assim marginalizar e silenciar, aqueles que chamam a atenção para o que é uma ameaça real: a da jihad islâmica.

No ano passado, houve ataques assassinos jihadistas em Orlando, na Florida; Magnanville, França; Würzburg, Alemanha; Ansbach, Alemanha; Rouen, França; Ohio State University; Berlim; e agora Manchester. Eu listei apenas os ataques na Europa e nos EUA; houve muitos outros em outros lugares nesse período. Nos que eu listei, 90 pessoas foram mortas, todas por muçulmanos que seguiram as exortações para matar que estão contidas no Alcorão e na Sunnah.

Não houve mortes por alguém que tenha as minhas exortações a peito, em qualquer lugar, em qualquer momento. Eu não peço e não tolero a violência. No entanto, tenho a certeza de que essas instituições de ensino superior e os media islandeses são muito mais hostis para mim do que teriam sido se, digamos, um terrorista jihadista libertado de Guantánamo tivesse vindo falar.

Estou proibido de entrar na Grã-Bretanha pelo crime de fazer notar, correctamente, que o Islão contém doutrinas de violência. No entanto, a Grã-Bretanha admitiu numerosos pregadores da violência jihadista contra os "infiéis".

Claramente a Grã-Bretanha, como a Universidade Estadual de Truman, a Universidade de Buffalo, o Gettysburg College e a Imprensa islandesa, acreditam que a "ameaça da jihad" é imaginária e a ameaça de "islamofobia" é real.

A contagem de corpos diz o contrário.

E se os estudantes que protestaram contra as  minhas palestras e o governo islandês e os meios de comunicação não despertarem rapidamente para esse facto, descobri-lo-ão por experiência directa, no seu próprio solo. A estratégia da esquerda em relação à "islamofobia" leva directamente a Manchester.

Uma vez que cada inimigo do terrorismo islâmico é demonizado e silenciado, quem restará para falar em resistência? Ninguém - e então a jihad avançará sem oposição e desimpedida, enquanto aqueles que poderiam ter falado permaneceram em silêncio por medo de acusações de "islamofobia".


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Post anteriores sobre o Massacre de Manchester (parte dos vídeos já foram censurados pelo lóbi islamofascista do Google/YouTube):

Salman Abedi denunciou professor como 'islamofóbico' por este condenar ataques suicidas


Considerando as atrocidades generalizadas cometidas em todo o mundo por muçulmanos, deveria haver um protesto dos muçulmanos condenando a jihad, o martírio os atentados suicidas em nome de sua religião, bem como condenação do espancamento de esposas (religiosamente aconselhado), o homicídio de gays, apóstatas, etc.. Em vez disso, o clamor é contra qualquer pessoa que diga a verdade sobre essas atrocidades cometidas em nome do Islão. Os críticos legítimos são considerados "islamófobos", com o objectivo final de calar quem diz a verdade e subjugar o Ocidente sob a sharia.

Não é de admirar que o muçulmano jihadista bombista assassino em massa Salman Abedi tenha defendido o uso do termo de propaganda amplamente aceite, de "Islamofobia".
Fonte


"LÓGICA RETORCIDA - Salman Abedi queixou-se de um professor na sua escola secundária, por "islamofobia" porque este condenou os homens-bomba"
por Tom Michael, The Sun, 26 de Maio de 2017, traduzido e condensado por nós:

    
Abedi fez parte de um "bando" de
árabes durante o seu tempo na escola, segundo o Times.
    "Um professor perguntou o que os alunos pensavam de alguém que se amarrava a uma bomba e se explodia no meio das pessoas", de acordo com uma fonte citada pelo jornal.

Os jovens apresentaram queixa, dizendo que o professor era "islamofóbico".


    A fonte acrescentou: "[Abedi] era um miúdo tolo, não muito sério. Ele não era inteligente o suficiente para ter sido o cérebro do ataque terrorista".

   
Colegas do assassino, ontem, revelaram histórias sobre a sua juventude selvagem de bebida e drogas - e contaram que ele foi apelidado de "Dumbo" por causa das suas orelhas grandes.
 

    Os pais são disseram mesmo ter confiscado o seu passaporte devido a temores de que ele estava a ser radicalizado.

    Esta semana foi alegado Abedi telefonou à família em Tripoli 15 minutos antes do ataque.

    A mãe, Samia Tabbal, 50 anos, e o pai Ramadan, de 51 anos, nasceram na capital líbia.


    Acredita-se que Abedi tenha viajado regularmente de Manchester para ver a família, que voltou para Trípoli após a queda do coronel Muammar Gaddafi em 2011.

    Um amigo disse: "Ele tornou-se calado e reservado após uma viagem que fez há dois anos. 
    "Costumávamos fazer farra juntos. Ele adorava estar perto dos amigos e não era um muçulmano rigoroso.
    
"Ele até costumava beber álcool e adorava fumar marijuana, e nunca mencionou a religião.

    
"Ele era muito alegre e feliz. Mas ao longo dos últimos 18 meses tornou-se reservado parou de andar com os antigos amigos.
    "Antes disso ele era animado, era sempre o palhaço".

  
"Mas quando ele começou a visitar Trípoli, ele foi exposto a um monte de coisas. É o suficiente para transformar a pessoa mais pura numa pessoa sombria.

    
"E isso é o que aconteceu com muitos jovens.
Eles foram informados de que é sua obrigação religiosa entrarem na guerra pelo Islão.... ".


sexta-feira, 26 de maio de 2017

28 cristãos assassinados no Egipto (começou o Ramadão...)

Nós avisámos... No início de mais um Ramadão, o terrorismo islâmico diário intensifica-se.

Ilustração que afixámos na barra lateral a avisar da desgraça que se repete todos os anos, todos os Ramadões. Islão: 270 milhões de mortos desde o século 7. 30891 ataques contabilizados desde o 11 de Setembro e até este momento.
Entre outros massacres, hoje foram assassinados 28 cristãos coptas, no Egipto:


Mentalidade islâmica - muçulmanos festejam em transe maléfico o assassinato dos cristãos coptas, a franja de verdadeiros egípcios, dos egípcios descendentes dos da Antiguidade, e que escaparam ao habitual genocídio islâmico (270 milhões de mortos e a somar):



28 MORTOS, INCLUINDO CRIANÇAS, EM ATAQUE TERRORISTA CONTRA CRISTÃOS NO EGIPTO  

Netanyahu pediu novamente um esforço global unificado para combater o terror islâmico depois que um ataque contra cristãos no Egipto ceifar pelo menos 28 vidas, incluindo crianças. 
Os terroristas mascarados chegaram em três SUVs e abriram fogo na sexta-feira contra um camião cheio de cristãos coptas, incluindo crianças, ao sul da capital egípcia, matando pelo menos 28 pessoas e ferindo 22, disse o Ministério do Interior. 
Nenhum grupo reivindicou imediatamente a responsabilidade pelo ataque, o quarto para os cristãos de alvo desde Dezembro, mas o ataque tem as características do grupo Estado Islâmico (ISIS). O ataque ocorreu na véspera do início do mês sagrado muçulmano do Ramadão.
Israel condenou fortemente o ataque e enviou condolências ao presidente el-Sisi e ao povo egípcio.
"Não há diferença entre o terror do ataque no Egipto e o de ataques em outros países. O terror será derrotado mais rapidamente se todos os países trabalharem juntos contra ele", disse um porta-voz do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
O assalto aconteceu quando o autocarro seguia por uma estrada secundária no deserto que conduz ao mosteiro remoto de São Samuel, aproximadamente 220 quilómetros ao sul de Cairo, onde os cristãos são mais de 35 % da população, a proporção mais elevada em qualquer província egípcia.
Autoridades de segurança citaram testemunhas dizendo que viram entre oito e dez atacantes vestidos com uniformes militares e usando máscaras. As vítimas estavam a caminho da província vizinha de Beni Suef para visitar o mosteiro.
Autoridades médicas e de segurança, que falam sob condição de anonimato porque não estavam autorizadas a conversar com repórteres, disseram que o número de mortos era de 28, mas temiam que ele pudesse aumentar. Segundo o portal de notícias Copts United, apenas três crianças sobreviveram ao ataque. Não se soube de imediato quantas vítimas eram crianças.
Estações de TV árabes mostraram imagens de um autocarro danificado numa estrada, com muitas das janelas quebradas e com numerosos buracos de bala. Imagens do interior do autocarro mostram manchas de sangue nos assentos e vidro quebrado.
Ambulâncias são vistas estacionadas ao redor do autocarro e corpos deitados no chão, cobertos com folhas de plástico preto. Outro vídeo pretendia mostrar cerca de 10 corpos de homens adultos deitados na areia do lado da estrada, com poças de sangue ao redor. As crianças, que gritavam histericamente, podiam ser ouvidas no fundo.
O aumento dos ataques dirigidos aos cristãos no Egipto aumentou os desafios enfrentados pelo governo do presidente Abdel Fattah al-Sissi, na medida em que luta para conter a insurgência, enquanto promove um programa de reformas ambicioso e politicamente sensível para reanimar a economia do país.
Não houve uma palavra imediata do governo sobre como pretende impedir que ataques similares ocorram, mas é provável que aumente a segurança em torno de igrejas, mosteiros, escolas e peregrinações anuais para locais cristãos remotos em todo o país.
Na quarta-feira, o Egipto bloqueou o acesso a quase duas dezenas de sites que diziam serem simpáticos aos terroristas ou espalhar a sua ideologia.
"O crescente número destes ataques terroristas não é nada reconfortante", disse o padre Rafic Greiche, porta-voz da Igreja Católica egípcia, numa estação de televisão local.
El-Sissi convocou uma reunião com altos assessores para discutir o ataque de sexta-feira. No mês passado, ele declarou o estado de emergência de três meses após dois atentados suicidas com bombas que atingiram duas igrejas ao norte do Cairo, no Domingo de Ramos.

Abram alas para o Ramadão!
O mês do jejum e das explosões chegou.
Os dias mais sagrados do Islão são também a época do ano em que The Religion of Peace acompanha e compara o terrorismo em nome de cada religião. O resultado, a cada ano, é sempre, milhares de mortos e feridos em nome do Islão e ZERO em nome de qualquer outra religião. Islamofobia!!! Islamofobia!!! Islamofobia!!! Islamofobia!!!


P.S. - Professor Martelo, está suficientemente "fascinado" e "inspirado"? Xeque Cotoveladas, isto nada tem a ver com o Islão, certo? É capaz de negar UM só dos seus mandamentos?