domingo, 4 de dezembro de 2016

A nova Inquisição na Internet - 1


  
Após a derrota de Hillary Clinton (quando a Imprensa em peso assegurava a sua vitória folgada) a Esquerda volta a mostrar a sua verdadeira face. Ataques racistas, espancamentos de eleitores de Trump, assassínio de polícias, ataques terroristas, ameaças de morte contra Trump e apelos à guerra civil, vão sendo o pão nosso de cada di nos Estados Unidos, enquanto o terrorista islâmico Barack Hussein OBAMA esfrega as mãos, contente por deixar uma herança de caos ainda maior do que previa.
O poderoso lóbi dos jornalistas profissionais, por seu lado, enquanto continua a deitar gasolina na fogueira da agitação social, já encetou a perseguição aos media conservadores, feitos por amadores como nós. Os jornalistas caíram no total descrédito e todos os dias caem mais um pouco A sua última  esperança é calar as vozes da VERDADE na Internet.
Vamos traduzir livremente um artigo de Daniel Greenfield, uma das estrelas do FrontPageMag (um dos sites sob o fogo da Santa Aliança Islamo-Esquerdista):
A Nova Guerra à Imprensa Conservadora
Censurando as vozes conservadoras nas redes sociais.

Lembram-se de quando os media anunciavam que Hillary Clinton obteria uma vitória esmagadora? A Imprensa mentirosa que fez tal "previsão", a fim de diminuir a participação dos eleitores pró-Trump, de certeza que se lembra. Essa mesma Imprensa está agora numa campanha contra as "notícias falsas".

E por "notícias falsas", eles não designam a sua própria torrente furiosa de desinformação e mentiras.

A Imprensa entrou em guerra contra o Facebook. Enquanto vários partidários adeptos do Partido Democrata culparam tudo e todos pela derrota de Hillary, desde o FBI até à misoginia inconsciente, a Imprensa decidiu que o Facebook é o culpado.

Porquê o Facebook?


Os canais de notícias por cabo estão a morrer. Os jornais lutam pela sobrevivência, online e offline. A rentabilidade da Grande Imprensa está a acabar, devido às redes sociais. A essência das redes sociais é que elas permitem que as comunidades falem livremente do vêem. E essa é uma ideia terrível, para a Grande Imprensa.

Mas também é uma ideia assustadora para os esquerdistas que concorrem a cargos públicos em países que não concordam com os seus pontos de vista.

Obama responsabilizou a má qualidade da "narrativa" pelos resultados eleitorais. Mas a narrativa tem que ser capaz de alcançar as pessoas. E para isso a esquerda tem que asfixiar as vozes competitivas no espaço das redes sociais. Como? Proibindo que os conservadores se manifestem.

A guerra contra a Imprensa conservadora está a ser conduzida sob o pretexto de banir as "notícias falsas" do Facebook. Mas o diabo da ”notícia falsa” está nos detalhes. Notícias falsas podem significar sites de sátira como o The Onion ou o Daily Currant. Como podem significar sites sensacionalistas que apenas procuram tráfego através de títulos enganadores e notícias efectivamente falsas. Mas também pode significar sites de que a Grande Imprensa não gosta, e cujas histórias são contestadas pela Esquerda, por motivos político-partidários.

A guerra contra as "notícias falsas" é a cortina de fumo para a campanha contra a Imprensa conservadora. É fácil ver que os sites conservadores o verdadeiro alvo da nova Inquisição esquerdista, actualmente em ataque cerrado ao Facebook.

O Buzzfeed, que depende fortemente do tráfego do Facebook, alimentou a histeria das "notícias falsas". A lista de sites considerados de "notícias falsas"  pelo Buzzfeed limita-se a agrupar os sites que simplesmente não são do agrado da esquerda. (...)

Considerando o longo cadastro do BuzzFeed em matéria de notícias realmente falsas, mas que se encaixam na sua narrativa política, a lista não tem qualquer credibilidade. A lista de sites de “noticias falsas” publicada pelo BuzzFeed acabou por ser, ironicamente, uma... “notícia falsa”.

A guerra não é contra “notícias falsas”, mas contra os sites conservadores, que superam, em credibilidade e audiência, a Imprensa estabelecida.
 Daniel Greenfield

CONTINUA

sábado, 3 de dezembro de 2016

Mammoud Abbas, o bombeiro incendiário


O líder da organização terrorista "Fatah/Autoridade Palestina", Mammoud Abbas, enviou bombeiros para Israel, numa operação de charme, mas vai pagar aos incendiários, como paga aos terroristas e às famílias dos que atacam e matam israelitas - veja a nossa secção INTIFACADA, que só aí encontra vasto material sobre o assunto, desde os discursos de apelo ao terrorismo até às recompensas aos assassinos.

"Enquanto o líder da Autoridade Palestina (AP), Mahmoud Abbas, recebia elogios pelo envio de bombeiros palestinos para ajudar a apagar incêndios em Israel, o Ministério das Finanças da AP estava ocupado a começar a pagar salários aos incendiários palestinos que foram presos por terem ateado esses mesmos incêndios", afirmou Itamar Marcus, director do instituto de monitorização dos media árabes muçulmanos Palestinian Media Watch (PMW), em editorial publicado no The Jerusalem Post.

 
Agosto de 2013: O "moderado" Abbas recebe em apoteose dois terroristas que assassinaram a golpes de machado um sobrevivente do Holocausto. É a regra com o mega-terrorista Abbas, apresentado pelos media como "moderado".

O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu fez um telefonema especial a Abbas na semana passada, agradecendo-lhe a ajuda no combate aos incêndios que grassaram pelo país, provocados por incendiários Árabes.
Não houve mortes (para grande desapontamento dos muçulmanos, dos nazis e da esquerda em geral) mas centenas de pessoas, incluindo um bebé de seis semanas de idade, foram tratados por inalação de fumo. Pessoas é como quem diz. Foram apenas judeus.
Aqui mesmo no nosso blogue, fizemos alguns posts mostrando os muçulmanos a atearem os fogos e a cantarem e dançarem em celebração. A TV e os jornais não mostram! Se mostrassem, lá se ia a demonização de Israel e o endeusamento do islamismo...



23 suspeitos foram presos até agora, envolvidos nas centenas de incêndios que destruíram centenas de casas e 32.000 hectares de florestas e parques nacionais.
"Todo o fogo que foi o resultado de incêndio ou incitação a incêndio é terrorismo em todos os sentidos e vamos tratá-lo como tal. Quem quer que seja que tente queimar partes do Estado de Israel será severamente punido", declarou Netanyahu.
Como o PMW demonstra sistematicamente no seu site, com os vídeos dos discursos na TV "palestina", a "Autoridade Palestina" não só incita à violência contra israelitas e glorifica o terrorismo jihadista; como também paga salários a quem cometa qualquer acto de terrorismo contra judeus e contra o Estado judaico.


Ainda recentemente o Reino Unido congelou mais uma remessa de 31 milhões de libras, destinadas a "ajuda" à organização terrorista de Abbas, porque a dita cuja, a chamada "Autoridade Palestina", usa esse dinheiro para recompensar assassinos.

"Não são apenas os terroristas que recebem um salário de AP. Todos os palestinos, árabes israelitas e terroristas árabes de qualquer país que estão presos, são recompensados ​​com altos salários da AP", disse Marcus no editorial do Post.
"Uma vez que a AP considera automaticamente qualquer pessoa que tenha atacado israelitas ou a sua propriedade como 'combatentes que resistem à ocupação', não há justificação, sob a lei e a prática 'palestinas' para não incluir os incendiários da semana passada entre os 'heróis palestinos' que recebem salários mensais."
Além disso, quanto mais tempo os terroristas permanecem na prisão - em outras palavras, quanto pior o acto de terror, como o assassinato - maior o salário.
De acordo com Marcus, "Se Abbas foi sincero em enviar ajuda na semana passada, agora é o momento perfeito para demonstrar essa mudança na política".
(Marcus acredita no Pai Natal, raios! É isto que me irrita nos israelitas e nos judeus! É como esperar que o Stalin, o Hitler, o Castro, o Mao, o Arafat, o Bin Laden, deixem de ser assassinos psicopatas e passem a ser boas pessoas).
 Continua Marcus:
"Mas se Abbas insistir em acrescentar os incendiários presos à folha de pagamento da AP, a sua hipocrisia ao enviar alguns carros de bombeiros para Israel será exposta ao mundo".

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Abbas é um Hitler dos nossos dias. Daí ser tão apoiado em todo o Mundo. Esperam que ele conclua o que Hitler não logrou.

 

Todos os dias chovem mísseis sobre o sul de Israel, apontados preferencialmente a escolas e infantários, como se pode ver no vídeo abaixo, da castigada cidade de Sderot. A propaganda demoníaca dos islamistas diz que Israel "mata crianças":

Na cerimónia de aniversário do bando terrorista islamista e assumidamente nazi Hamas (que diariamente bombardeia escolas e infantários em Israel) o senhor Mammoud Abbas lê a extensa lista de assassinos de israelitas e honra-os como heróis:

Mammoud Abbas condecora e atribui pensão monetário ao terrorista Abu Jihad:


Abbas admite enviar terroristas para assassinarem israelitas:


Shimon Peres, o Papa Francisco (que acreditam no Pai Natal) rezam pela Paz, no Vaticano, com o terrorista Mammoud Abbas, o responsável nº1 por não haver paz (que COMÉDIA grotesca!!! Porque não levam lá o Califa Al-Bagdadi, o chefe do ISIS)?:


Os nazis e o movimento jihadista dito "palestino":

 


O verdadeiro Abbas é um NAZI:


Enquanto Abbas dizia na TV que os israelitas tinham "executado" um jovem terrorista islâmico, o mesmo estava a ser tratado num hospital israelita - após ter cometido mais um ataque terrorista:

Terrorista "palestina" regozija-se por ter assassinado 8 crianças judias:


Mas muito boa gente continua a acreditar em Abbas e no velho libelo de sangue anti-semita, que ainda cala fundo em muitos corações. Enquanto as crianças judias são mortas, boa parte do Mundo acredita que "os judeus matam crianças". Mais do que estupidez, é cegueira espiritual.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Parece que hoje fazemos 4 anos


4 anos de Amigo de Israel. Esperamos que o nosso modesto e desinteressado trabalho possa ter alguma utilidade e ajude a que mais pessoas abram os olhos.
Há um ano já pensávamos parar. Hoje pensámos nisso outra vez. O blogue está ficar muito cheio, já são alguns milhares de posts. 
Mas, nesta altura em que a perseguição a quem resiste à islamização e a censura islamo-esquerdista já se fazem sem quaisquer cerimónias (ver post anterior), resolvemos ficar convosco mais algum tempo. Só para os contrariar.
A nossa intenção não é escrever bonito, fazer floreados de rectórica, angariar visitantes. A nossa intenção é sermos porta de entrada para sites mais completos e consistentes, como o GATESTONE, o BETH-SHALOM, o UNIDOS COM ISRAEL, e tantos outros que temos na barra lateral agrupados em ISRAEL E AMIGOS ou O TERRORISMO GLOBAL.
Vivemos um tempo de guerra, e o islamo-esquerdismo que espalha os seus tentáculos pelo Mundo Livre em nada fica a dever ao Nazismo que há 70 anos fazia o mesmo - se duvida, veja por exemplo como é que, na Holanda, o líder da luta pela LIBERDADE, Geert Wilders, é detido e está a ser julgado por dizer esta mesma VERDADE.
Hoje é ele, amanhã pode ser VOCÊ ou nós. Se antes disso não formos pelos ares com mais uma bomba posta por um "desequilibrado", esmagados por um camião conduzido por um "cidadão com problemas familiares" ou degolados por um "jovem que se sente excluído da Sociedade Ocidental" - apesar de ter casa, comida, serviços de lavandaria, assistência médica, TV, água, luz, telefone, tudo pago, mais dinheiro para gastos, e andar de avião pela Europa a recrutar assassinos, enquanto os malandros dos nacionais lutam pela vida e muitos passam fome e dormem na rua..
Só queríamos escrever uma linha em agradecimento aos nossos muitos amigos. Para eles, fica aqui uma música bonita de Israel, com a nossa esperança de que o Bem vença, nestes tempos sombrios:


P.S. - Nas estatísticas do nosso blogue, reparámos recentemente que vamos tendo uma boa quantidade de leitores em Israel. Como vêem, não estão sozinhos. Muita gente, como nós, há muito que percebeu que os problemas que vocês aí vivem, são os que nós já enfrentamos, por via da nossa ingenuidade. Deixem vocês de ser também ingénuos, de uma vez por todas. Corram com os invasores!

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Lóbi islamo-esquerdista CENSURA Milo Yiannopoulos


Milo Yiannopoulos foi CENSURADO. Um de muitos. A esquerda de hoje * é um misto de KGB e polícia islâmica da Virtude e do Vício.
 * - veja nota no final deste post, sff.

Os jornalistas de todo o Mundo previam a vitória folgada de Donald Trump a 8 de Novembro. Apesar da fraude eleitoral em massa, Trump ganhou. E a Imprensa "séria", "institucional", "moderada", blablabla, levou o seu golpe de misericórdia
Afinal, os Todo-Poderosos jornalistas do sistema, MENTIRAM. Afinal, o que se dizia na Internet, nos media alternativos, como o BREITBART ou o TRUTH REVOLT (ou até aqui no microscópico Amigo de Israel), era a pura verdade.

A 8 de Novembro de 2016 começou a contagem decrescente para o fim dos media convencionais, alinhados à esquerda e escravizados à agenda islamista/comunista.

Nos países islâmicos e comunistas a Internet é assim (quando é sequer permitida). É isso que eles estão a tentar instaurar no Mundo Livre.

Mas eles não se irão sem dar luta. E estão a mostrar a sua verdadeira face. Como os comunistas e os islamistas seus patronos, eles estão a calar as vozes contrárias. Não as calam fisicamente (por enquanto e porque não podem, não duvidem que se eles pudessem o fariam). 


Papel higiénico caríssimo.
Não podem entrar  em nossas casas para nos obrigarem a consumir o lixo pseudo informativo televisual da Al-SIC ou da Al-BBC, não podem entrar nos nossos carros para nos obrigarem a consumir a propaganda islamista/esquerdista das Al-Antenas 1, 2 e 3. Não podem obrigar-nos a desembolsar o nosso dinheiro arduamente ganho para comprar papel higiénico do quilate do Al-Público. Mas podem tentar calar quem os desmascara na Internet.

O Facebook, o Twitter, o YouTube, os media institucionais, estão em modo de caça à Liberdade de Expressão, e as vozes dissonantes estão a ser silenciadas, uma a uma.

Milo Yiannopoulos, colaborador do BREITBART foi uma das primeiras vítimas.O Twitter baniu-o vitaliciamente.
Porque Milo Yiannopoulos tem o dom de mostrar, em duas penadas, a colossal ESTUPIDEZ que constitui o ideário esquerdista dos nossos dias:



Na opinião da esquerda dos nossos dias (salvas as raríssimas excepções), Milo Yiannopoulos, por ser gay, deveria ser de esquerda (e só falamos na sua orientação sexual porque ele o fez e porque neste caso é relevante).


Porque é de prever que em breve Milo Yiannopoulos seja censurado também no YouTube, não deixe de assistir aos vídeos e de procurar mais. Entre outros generosos tradutores (que, como nós, são cidadãos trabalhadores, e não malta paga pelos islamistas), chamamos a atenção para os vídeos dos Tradutores de Direita e da Embaixada da Resistência.

 

As grandes verdades começam por ser grandes heresias. Milo previu a sua censura:

O programa de substituição populacional, a islamização do Mundo Livre, o despontar do Comunismo sobre o caos assim instalado - a Nova Ordem Mundial, em suma -  têm em pessoas como Milo Yiannopoulos corajosos opositores.
O alarme entre as hostes islamo-esquerdistas é notório. É de esperar que continuem a calar vozes dissonantes, como é próprio de ambas as ideologias (Nazismo incluído, que é uma forma de Comunismo e  desde sempre aliado do Islão).
Podemos não querer admitir, mas estamos em guerra. Depende de nós todos, defendermos a Liberdade e a Democracia, com as armas da legalidade. 
Divulgue a Verdade. Resista à lavagem cerebral mediática e à censura da Internet. RESISTA. Com a integridade, a inteligência e o brilho de Milo Yiannopoulos.
 
O ISLÃO É INCOMPATíVEL COM A DEMOCRACIA - eis a verdade que Milo afirma e comprova e que a esquerda não quer engolir:


* NOTA - Não metemos no mesmo saco todas as pessoas de esquerda. Há excepções. Mas são poucas, infelizmente. Este que vos escreve já teve as suas simpatias mais à esquerda, por lhe parecer, como a tantos outros, que a generosidade e a solidariedade moravam lá. Moravam... sobretudo nas palavras.
O nosso blogue amigo LEI ISLÂMICA EM AÇÃO, que é por sinal dos que mais recomendamos, senão o que mais recomendamos, é de esquerda. Uma louvável excepção.
Como excepção é a personalidade de que hoje vos falamos: um homem gay a quem, felizmente, o lóbi do politicamente correcto não conseguiu roubar a alegria de viver, transformando-o num paranóico com a mania da perseguição homofóbica.

História de Israel - A Declaração Balfour de 1917

Mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL:


Texto da Declaração de Balfour (ver tradução no final do post).

A Declaração de Balfour representa a primeira vez que uma potência mundial - a Grã-Bretanha - reconheceu a necessidade de uma pátria judaica e apoiou abertamente e legitimou os esforços sionistas, numa declaração oficial. 
As raízes da Declaração de Balfour, dizem alguns, remontam a França, ao ano de 1894 - o ano do Caso Dreyfus. O Caso Dreyfus - no qual um jovem oficial judeu do Exército francês foi injustamente condenado por traição e exonerado depois de uma longa prisão - chocou os judeus do mundo inteiro. Eles perceberam que não havia lugar seguro para o povo judeu, excepto na sua pátria ancestral, e os sionistas judeus em todo o mundo foram levados à acção. Quando a Primeira Guerra Mundial começou, em 1914, o movimento sionista ganhou ímpeto. 

Harry S. Truman (presidente dos Estados Unidos) e Chaim Weizmann (presidente de Israel). 

Chaim Weizmann, cientista e líder sionista - e mais tarde o primeiro presidente de Israel - foi um importante defensor da restauração da independência na pátria judaica. Também foi um químico prestigiado, cujos trabalhos auxiliaram o esforço de guerra britânico na Primeira Guerra Mundial. 
As discussões entre Weizmann e o então Ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, Lord Arthur Balfour, tinham começado uma década antes da guerra, e Weizmann, juntamente com o líder sionista e o cidadão britânico Nahum Sokolow, foi essencial para avançar com a legislação necessária. 
Weizmann e correlegionários em Manchester, Reino Unido.

Em Novembro de 1917, Lord Balfour enviou uma carta ao Barão Rothschild, líder da comunidade judaica britânica, declarando o compromisso da Grã-Bretanha de estabelecer uma "pátria nacional para o povo judeu". Embora não declarasse formalmente a Palestina (a Terra de Israel, então sob domínio britânico) como "a" Pátria dos judeus, foi a primeira vez que as aspirações sionistas foram oficializadas. 


Arthur Balfour (1848 - 1930)

A declaração foi aceite pela Liga das Nações em 1922. Graças a ela, os judeus na Terra Santa conseguiram passar a gerir os seus próprios assuntos internos e economia, e a vida cultural judaica floresceu. No entanto, em 1939, a Grã-Bretanha emitiu um Livro Branco, essencialmente renegando a declaração original, e afirmando que uma pátria judaica já não era uma prioridade. A imigração para a Palestina foi severamente restringida, e, por isso, muitos judeus foram incapazes de fugir da perseguição que recrudescia na Europa Oriental e Central. 
Apesar disso, a Declaração de Balfour estabeleceu uma base sólida para realizar o sonho sionista, tornando-se o primeiro passo oficialmente sancionado para o que acabaria por se tornar o Estado Judaico moderno.





Ministério dos Negócios Estrangeiros 
2 de Novembro de 1917
Caro Lorde Rothschild, 
Tenho muito prazer em transmitir-lhe. Em nome do Governo de Sua Majestade, a seguinte declaração de simpatia pelas aspirações sionistas judaicas que foi submetida e aprovada pelo Gabinete. 
O Governo de Sua Majestade considera favorável o estabelecimento, na Palestina, de um lar nacional para o povo judeu, e fará todos os esforços para facilitar a realização deste objectivo, entendendo-se claramente que nada poderá ser feito que possa prejudicar os direitos civis e religiosos das comunidades não judaicas existentes na Palestina ou dos direitos e status político de que gozam os judeus em qualquer outro país. 
Agradeço-lhe que leve esta declaração ao conhecimento da Federação Sionista. 
Seu, 
Arthur James Balfour


Bibliografia:
Stand With Us. 

Jewish Virtual Library

Myths and Facts
Filme de:

Steven Spielberg Jewish Film Archive

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Adeus Fidel. Adeus Imprensa.


O psicopata Fidel Castro, acima de tudo, gostava de matar.

A Imprensa convencional atinge novas alturas na demanda incansável dos píncaros do ridículo. Já se sabia que quando o tirano comunista cubano morresse, seria tratado como um deus. 
A actual geração de jornalistas, académicos, políticos e outros iluminados, é toda de origem burguesa e foi forjada no cadinho dos amanhãs que cantam. Mas a coisa tem sido demais, mesmo para os padrões de bandalheira vigentes. 

Raul Castro, Fidel Castro e "Che" Guevara, o trio de assassinos que provoca clímaxes múltiplos à Esquerda. 

Passando (por engano, que eu não consumo LIXO mediático) pela RTP Notícias, um palhaço qualquer, com o ar mais sério do mundo, afirmava que "as centenas de milhar de cubanos que aplaudiam Fidel, faziam-no não apenas por ele ser um herói, mas porque falava e se preocupava com os problemas do povo".
Por essas e outras, quem tem dois dedos de testa e acesso à Internet, sente VÓMITOS de cada vez que, (por engano) se tropeça em LIXO mediático.  
Por essas e outras, a Imprensa convencional não sobreviverá muito tempo ao Fidel.

Fora de Cuba, os cubanos davam largas ao seu júbilo pelo desaparecimento do monstro: 

Em Cuba não o fazem, porque seriam sumariamente EXECUTADOS. 



Por essas e outras, a Esquerda está a fazer todo o possível para BOICOTAR quem, na Internet, diga e mostre a VERDADE.


Mas nada será como dantes.

POST-SCRIPTUM e VÍDEO dos Tradutores de Direita
"Donald Trump foi acusado de louco pela imprensa de todo o mundo. No entanto, demonstra ser o único líder ocidental mentalmente são ao condenar veementemente o legado maldito de Fidel Castro.

Fidel foi a versão caribenha de Adolf Hitler: perseguiu, roubou, prendeu, torturou e matou. Elogios a Fidel vindos da China, da Coreia do Norte, de ditaduras marxistas africanas e da Rússia são compreensíveis. Mas quando a imprensa e os políticos de países democráticos, do dito mundo livre, não possuem a coragem de denunciar o mal que Fidel fez à Cuba — antes, maquiam a tirania castrista com índices duvidosos de educação e saúde na ilha — desvelam-se de vez a insanidade e a decadência do establishment político e midiático no ocidente.

Em entrevista ao programa Fox & Friends, Newt Gingrich desafia todos aqueles que morrem de amores pelo falecido ditador e pelo regime que ele implantou em Cuba: passem seis meses na ilha, e voltem para contar a sua história novamente."

segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Terroristas muçulmanos filmados a atear fogos em Israel

Os piores incêndios da História de Israel continuam a consumir território e a causar prejuízos enormes. As redes sociais islâmicas rejubilam, os muçulmanos, em Israel e por todo o Mundo, cantam e  dançam, e os terroristas do Hamas já reivindicaram a autoria.
Ver:
Israel arde, colonos Árabes cantam e dançam em celebração

Israel pode revogar cidadania dos terroristas incendiários

Também começam a aparecer as primeiras filmagens, captadas pelas câmaras de vigilância, e a ser publicadas na Internet (até serem retiradas pela polícia islamofascista).
A Imprensa global, sempre às ordens do islamismo, continua a declarar que se trata de "fogos florestais"




No site homónimo, Walid Shoebat, ex-terrorista "palestino" e grande amigo de Israel, relembra-nos: 
"O terrorismo é um meio para um fim, e nunca um fim em si mesmo. O terrorismo foi, é, e sempre será um meio de levar as pessoas à submissão e, em última análise, à conversão ao Islão através do medo. A alternativa é a morte". 

domingo, 27 de novembro de 2016

História de Israel - Pré-Independência, Reconciliação e Terror


(A gente já sabe, minha senhora. Vá lá ouvir as prédicas da Ritinha Ferro e barafustar contra o Trump, que estudar faz "bué" de mal à cabeça e assim.)
Mais um post da série HISTÓRIA DE ISRAEL:

Velhos judeus em Jerusalém - início do século XX. A presença dos judeus na sua terra - Israel - é ininterrupta desde há mais de quatro milénios. Poucos povos e nações se podem gabar de ter tanta legitimidade histórica e jurídica.


Os modernos olim pisavam uma terra inóspita, não arável e cercada por vizinhos hostis. No entanto, os imigrantes jovens e idealistas das primeiras Aliyot não deixaram que isso os dissuadisse. Determinados a escapar de uma sociedade anti-semita na Europa, e cheios de amor pela pátria de Israel, os primeiros olim desembarcaram e deitaram mãos à duríssima tarefa de construir um país.

 "Esta é a Terra" - 1935


A primeira Aliyah, entre 1882 - 1903, estava cheia desses imigrantes, principalmente da Rússia, determinados a cultivar a terra e revitalizar a vida judaica em Israel. Eles estabeleceram cidades como Petah-Tikvah, Zichron Yaacov, Rishon LeZion e Rosh Pina. Embora não tivessem experiência agrícola ou agrária, estabeleceram assentamentos e cultivaram a terra.
Muitos partiram após alguns anos, desencorajados pela falta de sucesso, doenças desenfreadas e ataques esporádicos dos árabes locais; muitas comunidades teriam, soçobrado, se não tivesse sido o apoio do filantropo britânico Barão Edmond James de Rothschild, que ajudou a financiar os assentamentos até que ganhassem estabilidade. Os judeus das primeiras Aliyot procuraram mudar a própria natureza da Palestina, e voltar a fazer dela uma terra judaica, através de um processo de compra de tanta terra quanto possível. A comunidade árabe, alarmada com esse súbito afluxo de imigrantes judeus e compradores de terras, resistiu com ataques e tumultos em assentamentos judeus.


"19º Congresso Sionista" - 1935

A Segunda Aliyah, entre 1904 e 1914, foi uma das mais influentes, responsável pelo estabelecimento do movimento dos kibutz e pela revitalização da língua Hebraica. Os membros de Aliyah Bet fundaram o grupo de defesa HaShomer, a fim de proteger os imigrantes judeus dos cada vez mais frequentes, e mais hostis, ataques árabes. Em 1917, a Palestina tornou-se um Mandato Britânico, e  a Aliyah, que parou durante a Primeira Guerra Mundial, recomeçou.

A Terceira Aliyah, de 1919-1923, incluiu muitos imigrantes com formação agrícola que agora eram capazes de assumir a agricultura e criar uma economia sustentável.



Em 1920, os motins de Nabi Musa ocorreram dentro e ao redor da Cidade Velha de Jerusalém. As tensões com os árabes aumentaram, devido ao influxo maciço de imigrantes judeus, e os ataques multiplicaram-se. Todos os anos, os muçulmanos celebravam o feriado de Nabi Musa ( "Profeta Moisés") em Jerusalém, geralmente na época da Páscoa, e as festividades culminavam numa peregrinação de Jerusalém a Jericó, onde acreditavam que Moisés estava enterrado (mais uma distorção islâmica das Escrituras, pois o túmulo de Moisés é desconhecido, leia-se a Torá).


Durante a celebração de 1920, os discursos inflamatórios levaram a um grande surto de violência em Jerusalém, e a meio da manhã de 4 de Abril, os judeus já haviam sido vítimas de ataques. Um dos incitadores foi Hajj Amin al-Husayni, que mais tarde se tornou o Grande Mufti de Jerusalém, grande aliado de Hitler e cúmplice do Holocausto. Seu tio, Musa al-Husayni, era o presidente do município de Jerusalém.  As multidões árabes foram levadas ao frenesi, saqueando o Bairro Judeu, atacando pedestres, destruindo lojas e casas judaicas e invadindo a Yeshiva Torah Chaim, onde rasgaram os pergaminhos da Torá e incendiaram o prédio. Em apenas três horas, 160 judeus foram feridos. Durante os três dias seguintes, os tumultos e os ataques continuaram.



"Terra Prometida" - 1924

A resposta britânica foi discreta; os ocupantes britânicos fizeram pouco para deter os agitadores árabes e, em muitos casos, impediram os judeus de se defenderem. O inquérito britânico culpou os sionistas por incitarem os tumultos, apesar de terem condenado Hajj al-Husayni a dez anos de prisão em julgamento à revelia,  e removido Musa al-Husayni de sua posição de presidente. 
No rescaldo dos tumultos, a imigração judaica foi severamente restringida pelos britânicos, a fim de apaziguar a população árabe. Os judeus responderam estabelecendo movimentos militares subterrâneos, ou seja, a Haganah, a fim de estarem mais bem preparados na próxima vez.



 "Após as revoltas árabes de 1929"

No entanto, o desastre atingiu novamente os judeus do ano seguinte. Em Maio de 1921, os "motins de Jaffa" começaram quando dois grupos rivais - o Partido Comunista Judeu e o Ahdut HaAvoda - se encontraram enquanto desfilavam, e uma briga explodiu ao longo da estrada de Jaffa para Tel Aviv. A comunidade árabe em Jaffa, ouvindo os sons da luta, foi à ofensiva. Homens árabes invadiram edifícios judaicos, destruindo tudo e matando os judeus, com as mulheres seguindo logo atrás a saquear mercadorias. Os civis judeus foram brutalmente assassinados e as lojas foram demolidas. Os árabes entraram em casas judaicas e mataram os moradores desarmados, incluindo crianças. Um albergue de imigrantes foi atacado e os judeus feridos.

Desta vez, o governo britânico interveio. Dois destroyers foram enviados para Jaffa e um para Haifa. O Alto Comissário britânico tentou falar com os árabes e acalmá-los. Musa al-Husayni, que tinha sido forçado a deixar sua posição de presidente no ano anterior, exigiu uma suspensão imediata e completa da imigração judaica. Os britânicos consentiram, e foram recusados autorizações a barcos que transportavam 300 judeus , e estes enviados de volta para Istambul. 
O Grande Mufti de Jerusalém, grande aliado de Hitler, passa revista às tropas islâmicas-nazis.

Hajj al-Husayni, também indiciado nos motins do ano anterior, foi nomeado Grande Mufti de Jerusalém. No final, quase cinquenta judeus foram mortos e mais de 140 foram feridos. Os motins devastaram a cidade de Jaffa, cujos habitantes judeus fugiram para Tel Aviv, nas proximidades. 
Além disso, as relações entre os sionistas e o governo britânico deterioraram-se, quando os britânicos levaram a julgamento alguns judeus que participaram nos tumultos. A imigração judaica foi suspensa, com o propósito declarado de não perturbar a economia da Palestina.
No entanto, os ataques árabes contra judeus e assentamentos judaicos aumentaram durante a década de 1920, assim como a imigração. A Quarta Aliyah, entre 1924 - 1929, trouxe 82.000 judeus, principalmente da Polónia e da Hungria. A Haganah (antecessor das Forças de Defesa de Israel) cresceu, à medida que a Grã-Bretanha continuava a deixar os judeus indefesos e vulneráveis. 
Em Setembro de 1928, os judeus que oravam no Muro das Lamentações durante os serviços de Iom Kipur montaram suas cadeiras e telas usuais, para separar os homens e mulheres durante a oração. Os britânicos ordenaram que os judeus removessem imediatamente as telas, alegando que assim violavam a regra que proibia os judeus de construírem qualquer coisa na área do Muro Ocidental. Hajj al-Husayni usou o incidente em seu proveito, e distribuiu panfletos alegando que os judeus estavam a planear a tomada da Mesquita Al-Aqsa, a mesquita adjacente ao Muro das Lamentações (e que na realidade não é nem nunca foi a verdadeira mesquita de Al-Aqsa, que nem fica em Israel).


Quase um ano depois, em Agosto de 1929, as tensões atingiram um ponto de ruptura mais uma vez. Durante Tisha B'Av, o dia judaico nacional de luto, um grupo de judeus, liderado por Vladimir (Ze'ev) Jabotinsky, organizou uma manifestação alegando que o Muro Ocidental pertencia aos judeus. Rumores irromperam, e dizia-se que os judeus gritavam invectivas anti-muçulmanas. Depois de um sermão incendiário no dia seguinte, manifestantes árabes avançaram em direcção ao Muro e atacaram os adoradores judeus, queimaram os livros de orações e as preces em papel depositadas nas fendas do Muro. 
Em 23 de Agosto, após um boato de que os judeus haviam matado dois árabes, os árabes atacaram novamente os judeus na Cidade Velha, e a violência espalhou-se por toda a Palestina. Dezassete judeus foram mortos em Jerusalém.



"Uma Casa no Deserto" - 1947

Os piores massacres ocorreram em Hebron, onde quase setenta judeus foram mortos. Muitos dos árabes da cidade ofereceram refúgio aos seus vizinhos judeus em suas casas, mas depois de os motins terem terminado, os judeus foram forçados a evacuar, e os seus bens foram apreendidos pelos árabes até depois da Guerra dos Seis Dias de 1967. Em Safed, dezoito judeus foram mortos, e a principal avenida judaica foi saqueada e queimada.


Jabotinsky

Após os devastadores tumultos de 1929,
foi criado o grupo militar Irgun,  sob a liderança de Ze'ev Jabotinsky. O governo britânico, percebendo a situação estava a ficar fora de controle, criou a Comissão Peel, que recomendava separar a Palestina em duas regiões autónomas. O plano nunca foi executado.
Na década de 1930, apesar das restrições à imigração judaica, os judeus continuaram a entrar na Palestina, procurando escapar do aumento da perseguição na Europa. A Quinta Aliah, de 1929 a 1939, era composta principalmente de judeus alemães, e a Aliyah Bet (1933 - 1948) consistiu principalmente de judeus que entraram ilegalmente na Terra de Israel/ Erets Israel, apesar das restrições britânicas. Mais uma vez, a rápida imigração levou a um aumento dos ataques árabes, culminando nos distúrbios árabes de 1936-1939.
Em 1936, os trabalhadores árabes organizaram uma greve com o objectivo de acabar com a imigração judaica, proibir a venda de terra na Palestina aos judeus e criar um estado palestino independente. A greve levou a uma revolta geral e a uma série de ataques contra cidades judaicas e moradores judeus. Os britânicos tentaram reprimir os atiradores árabes, mas, apesar dos seus esforços, e dos da Haganah e do Irgun, os combates duraram quase três anos. No final, mais de 400 judeus haviam sido mortos.


 

 "A Catástrofe de Tiberíades" - 1934

Um resultado dos tumultos foi a emissão do Livro Branco britânico, que essencialmente renegou os compromissos que a Grã-Bretanha havia feito na Declaração de Balfour, duas décadas antes, e que prometia estabelecer uma pátria para os judeus na Palestina.
A Grã-Bretanha afirmou que a criação de uma pátria judaica já não era uma prioridade, e a imigração judaica, apesar das atrocidades cometidas na Europa, permaneceu severamente limitada.
Enquanto a política da Agência Judaica era apoiar o governo britânico no conflito com a Alemanha, um grupo dissidente do Irgun formou sua própria organização militar, o Lehi, ou Grupo Stern, que lutou contra os britânicos em Israel. Após a Segunda Guerra Mundial, o Movimento de Resistência Judaica foi formado, e os ataques contra os britânicos aumentaram.
A política britânica de restringir a imigração a Israel, no entanto, à luz da tragédia do Holocausto, recebeu publicidade negativa, e no final da década de 1940, a Grã-Bretanha recomendou entregar o problema palestino à ONU. 



"A Terra de Israel Libertada" - 1919


Bibliografia:
Stand With Us.

Jewish Virtual Library

Myths and Facts

Filmes de:

Steven Spielberg Jewsih Film Archive


Bandeira da "Palestina" durante o Mandato Britânico. O nome Palestina-Eretz Israel, ou apenas Palestina, era sinónimo de uma nação judaica com mais de 3.000 anos de História. A soberania foi dado aos Árabes sobre mais de 96% do território anteriormente ocupado pelo Império Turco Otomano no Médio  Oriente. Os Judeus receberam a pequena Palestina, em reconhecimento dos seus laços históricos. Mas a obsessão do Mundo permanece esses 0,5% do Médio Oriente que Israel constitui.

Nunca existiu uma Palestina árabe ou muçulmana:

A Mentira Soviético-Palestina