quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Sondagem: Grande maioria dos árabes de Israel 'orgulhosos' de serem israelitas


73 por cento dos árabes de Israel "sentem um sentimento de pertença" ao Estado judeu. 
A grande maioria dos árabes de Israel, 73 por cento, sente um sentimento de pertença ao Estado judeu e 60 por cento estão orgulhosos de serem israelitas, de acordo com uma nova sondagem encomendada pelo jornal Israel Hayom e conduzida pelo New Wave Research Institute. 
Quase dois terços dos entrevistados, 65 por cento, definem-se como não religiosos, enquanto 35 por cento dizem que são religiosos. Quase metade, quarenta e seis por cento, identifica-se como árabes israelitas e 42 por cento identificam-se como árabes palestinos, enquanto apenas 3 por cento se identificam como israelitas.

Israel tem investido milhões no desenvolvimento da comunidade árabe.

Quase três quartos dos entrevistados, 73 por cento, acreditam que o conflito israelo-palestino é sobre terra, enquanto 19 por cento sentem que é sobre religião.
Um total de 60 por cento dos entrevistados dizem que estão "muito orgulhosos" ou "bastante orgulhosos" por serem israelitas, enquanto 37 por cento dizem que não estão "orgulhosos".


Mahdi Satri, um muçulmano árabe-israelita, adora viver no Estado judeu, que descreve como a única luz no Médio Oriente.

A maioria dos árabes israelitas entrevistados diz que acredita que os judeus têm laços históricos e religiosos com Israel. O seu grande desejo, expresso em 82 por cento, não é viver sob o domínio palestino, enquanto 14 por cento dizem que o desejariam.

O juiz árabe israelita, Salim Joubran (direita) juiz do Supremo desde 2003, foi escolhido como chefe do Comité Central Eleitoral. Joubran  formou-se na Universidade Hebraica de Jerusalém.

Este alto apoio a Israel entre os árabes israelitas é consistente com sondagens semelhantes realizadas nos últimos anos. 

Aproximadamente 20% dos oito milhões de cidadãos de Israel são árabes.   

Qualquer pessoa que viva em Israel sabe que os árabes desempenham funções em todos os departamentos do governo.

Israel nomeou uma mulher árabe israelita como comissária nacional para a igualdade de oportunidades.

Eles estudam em todas as universidades, incluindo a Universidade Ariel em Samaria, e servem como juízes, médicos, oficiais das Forças Armadas e parlamentares.


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COMENTÁRIO
A chamada "causa palestina" é um total absurdo em que muitos gosta de acreditar. Os judeus são os nativos do micro-Israel, onde permanecem há milénios, ao passo que os árabes invadiram o país em 1920.
Em Espanha, os catalães ou os bascos têm razões para poderem escolher a independência. Em Israel, os árabes chegaram há pouco mais tempo que os muçulmanos que chegaram ao Reino Unido.

A chamada "causa palestina" é apenas um pretexto para o:

Hitler e o Grande Mufti Mohammad Amin al-Husayni, assassinaram mais do que os convencionais 6 milhões de judeus de que se fala, e os soviéticos também fizeram o seu extermínio de judeus, os conhecidos "pogroms".

Mas não exterminaram os judeus todos. E o anti-semitismo global, que nunca se refez desse revés, escolheu hoje a táctica da "causa palestina", mais uma mutação do eterno anti-semitismo.

Grupos terroristas como o Hamas ou a Fatah/Autoridade Palestina são inundados com dinheiro proveniente do mundo islâmico, do mundo comunista e também dos países ocidentais, sob a capa de "ajuda humanitária". Usam esse dinheiro para viver no luxo e para promover o terrorismo contra Israel, cuja mais recente versão é a que chamamos Intifacada. 

Se o Mundo (até a nossa vizinha Espanha) não alimentasse esse Holocausto em câmara lenta, haveria paz dentro das fronteiras de Israel.

Ainda recentemente o amigo Guterres da ONU desbloqueou mais 1,3 biliões de dólares para os terroristas. Olhem para ele todo embevecido com o Abbas...

O que não lhe mostram na TV - árabes israelitas explicam porque querem continuar israelitas:

 

Kothar, uma mulher árabe muçulmana que realmente ama a experiência de viver e trabalhar em Israel:

 

Jovens judeus e árabes convivendo com os jovens de todo o Mundo:


Jornalista árabe muçulmana defende Israel na TV islâmica (VIVAM AS MULHERES!!!):

Infelizmente há os que se deixam manipular. Estas senhoras estão diariamente no Monte do Templo para moerem o juízo aos judeus que querem visitar o seu local mais sagrado. No primeiro vídeo, uma mulher árabe rouba o livro de orações a um judeu, ele reage e os jornaleiros ocidentais fotografam e espalham pelo mundo apenas a reacção: 

O Natal na Europa islamizada

Hoje vai o COMENTÁRIO primeiro:

Vivemos tempos muito estranhos, em que se alguém menciona a ameaça islâmica, é confrontado com indignados que gritam que "nem todos os muçulmanos são terroristas". É claro que não são (mas as estatísticas são alarmantes), e o Islão continua a ter uma maioria de líderes políticos e religiosos que exortam à jihad, a "guerra santa" destinada a converter o Mundo inteiro.
Outros, igualmente indignados, gritam que dizer a verdade é incitar ao ódio.  Estão enganados. Quem avisa sobre os perigos da islamização, não sente ódio pelos muçulmanos. Nós não sentimos. Entendemos que eles são educados numa ideologia supremacista e intolerante, e pretendemos que não venham a impô-la ainda mais nas sociedades livres.  A História do Islão é de conquista e submissão:

1 BILIÃO* de muçulmanos querem a Sharia


* - 1 BILIÃO: MIL MILHÕES.

Como o Islão destrói as sociedades


Veja o que prega a generalidade dos líderes religiosos muçulmanos:




Israel vive assim há 1400 anos, sob ataques islâmicos constantes. Israel cometeu o erro histórico de chamar de volta os muçulmanos para o convívio pacífico após a Guerra dos Seis Dias, na crença ingénua de que é possível a paz com esta ideologia.
É certo que a maior parte dos colonos árabes em Israel não são abertamente hostis. Mas a minoria que é movida pelo incitamento ao terror, causa danos que cheguem.
Na Europa estamos a viver cada vez mais como vivem os israelitas, apesar dos avisos que eles permanentemente nos fazem.
Nos Estados Unidos, hoje mesmo, Dia de Acção de Graças, os desfiles são protegidos com medidas idênticas às descritas neste artigo. Vimos há pouco, polícias com metralhadoras. Esperemos que não haja nenhum muçulmano indignado que resolva atacar. Afinal, o Massacre do Bataclan foi cometido por causa da "islamofobia", segundo o Grande Mufti da Austrália.

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Islão no Ocidente: guardas armados, barreiras de cimento, detectores de metais nos mercados da Natal no Reino Unido
Soldados franceses nas ruas de Paris. Barreiras de cimento nas ruas Nova Iorque após o massacre jihadista do Dia das Bruxas. Agora isto.
Nenhuma guerra foi ganha à defesa. O Reino Unido proibiu-me de entrar no país quando eles deveriam ter banido os jihadistas, os adeptos da sharia e da doutrina jihadista.



Uma guerra em tudo, com excepção do nome - os benefícios da hégira*.
Pamela Geller
https://pamelageller.com

* -  Hégira: imigração islâmica como arma de conquista e dominação



Como a Grã-Bretanha celebra o Natal em 2017: guardas armados, barreiras de cimento e detectores de metal surgem em torno de mercados festivos devido a medos de ataques terroristas

    - Polícia armada, grandes barreiras de cimento e operações de controle realizadas em mercados de Natal em todo o Reino Unido  
    - Forte presença policial em eventos festivos em Londres, Birmingham, Manchester, Leeds, Edimburgo e Bath  
    - A Grã-Bretanha está em alerta de terror severo, após os ataques em Westminster, London Bridge e Manchester  
    - No ano passado, um fanático do ISIS assassinou 12 pessoas quando atirou um camião contra o mercado de Natal de Breitscheidplatz em Berlim

Por Alex Matthews para Mailonline, 20 de Novembro de 2017
Os mercados de Natal da Grã-Bretanha estão cercados por muros de aço com polícias armados com detectores de metal nas entradas, à medida que a segurança é aumentada por novos medos de terrorismo.
Haverá barreiras de cimento, e os agentes no terreno procederão a revistas pessoais nos eventos festivos populares em Londres, Birmingham, Manchester, Leeds, Edimburgo e Bath, no Natal.
As precauções estão a ser tomadas depois de a Associação de Governo Local ter alertado os conselhos para estarem vigilantes este ano, com o nível de ameaça terrorista para o Reino Unido actualmente em "grave" - ​​o que significa que um incidente é "altamente provável".
A Grã-Bretanha sofreu os três ataques horríveis deste ano com pessoas inocentes e crianças mortas em Londres e Manchester.
A segurança está a ser aumentada em virtude das atrocidades em Westminster em Março, na Manchester Arena em Maio e em London Bridge em Junho. As autoridades estão preocupadas com um potencial ataque que repita os anteriores.
No ano passado, 12 inocentes foram assassinados quando um fanático do ISIS atirou um camião contra o mercado de Breitscheidplatz em Berlim.
A Polícia patrulha o mercado de Natal de Edimburgo, e as medidas de segurança são aumentadas em todo o país com medo de um ataque terrorista.

Um grande bloco de cimento no pavimento junto a uma entrada para o mercado de Natal de Edimburgo para impedir que os veículos esmaguem os visitantes.

A Polícia armada caminha entre os compradores no mercado de Natal de Edimburgo, enquanto o alerta terrorista da Grã-Bretanha permanece "grave" no período festivo.


EDIMBURGO

Os visitantes dos mercados de Natal da capital escocesa na George Street e East Princes Street este ano podem esperar inspecções de bagagem e verificações de segurança nas entradas.

A Polícia da Escócia também se comprometeu a impor medidas de segurança adicionais e os agentes armados patrulharão os eventos festivos.

Uma porta-voz da Polícia disse: "A nossa prioridade é a segurança de todos os participantes ou envolvidos, e o público é encorajado a continuar com os seus planos de participar nos eventos como de costume".

"O público pode ver medidas adicionais de segurança e protecção. Também pode haver verificações de segurança aumentadas em alguns eventos e locais, por isso aconselhamos o público a chegar com tempo suficiente para permitir isso".

Portões de segurança foram erguidos no mercado de Natal em Manchester, à medida que as autoridades aumentam a segurança para manter os visitantes seguros.

NDT- Este Verão, os islamistas em Israel mataram dois polícias a partir do interior da Mesquita de Omar, e o Mundo obrigou Israel a retirar dispositivos como este após mais esse massacre:

VÍDEO: Detectores de metal não são problema em Meca... nem em lugar algum!

Os israelitas têm que se deixar massacrar... e cara alegre! As pessoas normais, têm o direito de se defenderem. Por enquanto.

A Polícia da Grande Manchester patrulha ao redor do mercado depois de se comprometer a colocar mais agentes no terreno para manter os compradores seguros.

Um portão detector de metal é conectado por uma parede de barreiras de cimento a rodear o mercado de Natal de Manchester como parte de novas medidas de segurança estritas.

Um portão de segurança, impedindo os veículos de passar, foi erguido no mercado de Manchester, juntamente com uma barreira de cimento.

Blocos de cimento criam uma parede protectora em torno do mercado de Natal de Manchester, meses depois de a cidade ter sido atingida por um ataque terrorista devastador na Manchester Arena. 
NDT - Qualquer fotojornaleiro de esquerda que se preze tem que ir a Israel fotografar blocos como estes para "provar" que os judeus são maus. Mas não vão a Manchester.

MANCHESTER

O mercado de Natal de Manchester também reforçou as suas precauções de segurança, na sequência do bombardeio do concerto na Manchester Arena, que matou 23 pessoas num espectáculo de Ariana Grande em Maio.

Os visitantes serão protegidos com barreiras de metal e cimento no festival natalício, com patrulhas armadas da Polícia mantendo um olhar atento sobre as multidões.

O superintendente Chris Hill, da Polícia da Grande Manchester, disse: "Quero assegurar a todos que estamos a fortalecer a segurança como precaução extra para manter as pessoas o mais seguras possível, e isso deve tornar as pessoas mais confortáveis ​​e tranquilizadas em participar de eventos como os mercados de Natal.

"Este foi um ano difícil para a cidade e nunca devemos esquecer as pessoas que foram afectadas.

"No entanto, todos nós já nos reunimos e mostramos a nossa força e determinação para continuar a desfrutar o nosso dia a dia.

"Eu quero encorajar todos a fazerem o mesmo. Estamos aqui e estamos a fazer tudo o que podemos para manter as pessoas em segurança".

Visitantes reúnem-se no Winter Wonderland em Hyde Park sob o olhar atento dos guardas, pois as precauções de segurança são reforçadas em torno do popular festival de Natal.

As mochilas e as bolsas das mulheres são revistadas na entrada do popular mercado festivo de Winter Wonderland de Londres.
NDT: Quando as autoridades israelitas fazem o mesmo, para a segurança de todos, certos fotojornaleiros pró-islamistas de extrema-esquerda dizem que foram "tratados como cães".

Longas barreiras de aço também foram colocadas em Hyde Park para evitar possíveis ataques com camiões ou carrinhas, imitando a atrocidade no mercado de Natal Breitscheidplatz em Berlim no ano passado.
NDT - Estas barreiras, quando é em Israel, são consideradas por certas pessoas como "apartheid", porque de certa forma "separam" os terroristas das vítimas... Seria para rir se não fosse para chorar.

As câmaras de segurança estão espalhadas pelo Winter Wonderland, uma das atracções de Natal mais populares de Londres, que cobre um quarto do Hyde Park.

Um 4X4 da Metropolitan Police circula através do Hyde Park enquanto patrulha o Winter Wonderland no início desta semana.

Grandes portões de metal com bases de cimento foram colocados perto da entrada do Winter Wonderland de Londres em Hyde Park.

LONDRES

Londres foi atingida duas vezes nos últimos 12 meses por ataques terroristas envolvendo veículos, na Westminster Bridge e London Bridge.

Em resposta a essas atrocidades, barreiras que separam o tráfego de pedestres foram erguidas em três das pontes da capital.

Medidas similares estão em vigor no festival Winter Wonderland de Hyde Park, uma das atracções mais populares de Natal de Londres.

Um porta-voz da Met Police disse: "O público pode ver medidas de protecção e barreiras de segurança adicionais nos eventos deste ano, em resposta a vários ataques terroristas cometidos com veículos, que infelizmente vimos aqui no Reino Unido e no exterior.

"Pode também haver verificações de segurança acrescidas em alguns eventos e locais, por isso aconselhamos o público a chegar com muito tempo para permitir os procedimentos".

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Clérigos muçulmanos dizem que o Natal é desejar Feliz Natal é pior que assassínio e que é um pecado capital:

Arábia Saudita: combater os judeus é proibido, Hamas é um grupo terrorista


Clérigo destacado da Arábia Saudita: "combater os judeus é proibido, Hamas é um grupo terrorista" 
O Grande Mufti da Arábia Saudita emitiu um decreto proibindo a guerra contra os judeus e proclamando que o Hamas é um grupo terrorista. 
O Grande Mufti da Arábia Saudita, Abdulaziz Al Sheikh, emitiu uma decisão religiosa surpreendente, dizendo que lutar contra Israel era inapropriado e que o Hamas é uma "organização terrorista"

O Hamas, o grupo terrorista que domina Gaza, declarou recentemente: "Ninguém no Universo conseguirá desarmar-nos". 

O clérigo muçulmano comunicou a decisão enquanto respondia a uma pergunta sobre um programa de televisão sobre os tumultos "palestinos" em torno do Monte do Templo em Julho, informou a agência de notícias turca Anadolu


O Irão financia a Intifacada, nomeadamente os tumultos de Julho passado. 

O Ministro das Comunicações de Israel, Ayoub Kara, saudou a decisão inesperada e convidou o Mufti a visitar Israel. 
"Felicitamos Abdulaziz Al Sheikh, o Grande Mufti da Arábia Saudita, bem como o chefe de Ulema (estudiosos islâmicos), pela sua fatwa [decreto religioso muçulmano] proibindo a luta contra os judeus e proibindo matá-los", tweetou Kara, ministro druso de Israel, na segunda-feira.

Ayoub Kara é druso e é ministro em Israel.  Como ele, há pessoas de todas as religiões e etnias que ocupam os mais diversos cargos no único Estado judeu do Mundo (existem 56 Estados muçulmanos).


"Ele será recebido com um alto nível de respeito", afirmou Kara
Esta não foi a única proclamação excepcional do clérigo. Em Setembro de 2016, ele decidiu que os iranianos são descendentes de Zoroastrianos e, portanto, não são "muçulmanos". A sua "inimizade para com o Islão, especialmente contra os sunitas, é muito antiga", disse ele. 

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COMENTÁRIO 

Israel faz muito bem em aproveitar a oportunidade. A sua política externa é de conquistar a paz com os seus vizinhos muçulmanos, como já conseguiu fazer com o Egipto. Infelizmente, esta decisão deve-se a que neste momento a Arábia Saudita está sob a mesma ameaça de destruição que Israel e precisa do Estado judaico para sobreviver. O governo do Irão xiita pretende destruir a concorrência sunita e os judeus. Do que o Islão precisava era de uma reforma que o fizesse sair do século 7, mas muçulmanos reformistas como esta senhora, há poucos:

quarta-feira, 22 de novembro de 2017

Sírios vêem a verdadeira face de Israel

Mulher-soldado do IDF dá comida a uma criança síria. As mães sírias recorrem a Israel.

Primeiras filmagens de sírios que atravessam a fronteira israelita para atendimento médico
Pela primeira vez, o IDF (Forças de Defesa de Israel) permitiu que os jornalistas filmassem os sírios que cruzam a fronteira a caminho do tratamento médico num hospital do norte de Israel. Uma transmissão sem precedentes difundida na televisão israelita revelou domingo as mulheres e crianças sírias que entram em Israel para tratamento médico com a ajuda das Forças de Defesa de Israel, em mais uma demonstração de ajuda humanitária do Estado judeu ao seu vizinho destruído pela guerra.
O escopo da missão "Operação Bom Vizinho" do IDF foi revelado pela primeira vez em Julho. A operação foi iniciada há vários anos como uma medida ad hoc para tratar os sírios que vinham à fronteira pedindo a ajuda de Israel.


O esforço desenvolvido para um programa de ajuda foi expandido em Junho de 2016, à medida que as necessidades humanitárias continuavam a crescer. "O nosso objectivo é fornecer segurança e criar relações de boa vizinhança para pessoas de ambos os lados da fronteira", disse o tenente-coronel E. (nome completo retido por motivos de segurança), o comandante da Operação Bom Vizinho, à JNS.org. "Continuaremos a fazê-lo da melhor e mais eficiente maneira possível".

 


De acordo com o IDF, a operação forneceu tratamento médico a mais de 4.000 sírios, incluindo centenas de crianças. Os militares transferiram mais de 119 mil litros de combustível para aquecimento e cozinha, além de 40 toneladas de farinha, 225 toneladas de alimentos, 12 mil pacotes de alimento para bebés, 1.800 pacotes de fraldas, 12 toneladas de sapatos e 55 toneladas de roupas para o frio.

Além disso, as Forças de Defesa de Israel estão a facilitar a construção de duas clínicas dentro da Síria, que serão administradas por residentes locais e ONG's para apoiar cerca de 80 mil sírios que vivem perto da fronteira de Israel na região das Colinas de Golan.

NOTA: O VÍDEO FOI RETIRADO DO YOUTUBE. Pode ver aqui a transmissão de TV original (em Hebraico): http://reshet.tv/item/news/politics/security/newsitem-676332/

Um olhar sobre o hospital de campanha nas Colinas de Golan que trata vítimas da guerra na Síria:

 

Mas há muitos vídeos como estes, basta procurar:

 
Outra clínica está a ser construída num posto avançado do IDF no lado israelita da fronteira.
Assaf Orion, um pesquisador do Instituto de Estudos de Segurança Nacional de Israel, explicou que, desde o início da Guerra Civil Síria, Israel tem sido "sábio para evitar ser atraído para o pântano, mantendo a sua política focada na salvaguarda de linhas vermelhas bem definidas" em questões como ataques transfronteiriços e transferências de armas para organizações terroristas como o Hezbollah.
No entanto, quando o regime do presidente da Síria, Bashar al-Assad, "atacou a população síria, sitiou suas cidades, e ns privou de água, electricidade e serviços médicos, Israel escolheu chegar às comunidades nas suas fronteiras", afirmou.
A abordagem humanitária muda as percepções de Israel
"Esta abordagem humanitária, sendo moralmente correcta pela sua própria virtude, tem outros e efeitos reais, tanto na mudança de percepções de Israel entre os seus vizinhos mais próximos da Síria, como pelo facto de que nenhum ataque contra Israel veio das áreas ocupadas por essas comunidades, ao contrário dos sectores de regime", disse à JNS.org Orion, ex-chefe da Divisão Estratégica na Direcção de Planeamento da Equipa Geral das Forças de Defesa de Israel.
O segmento de reportagem de domingo destacou a operação do IDF exibida no Hadashot News de Israel e incluiu entrevistas com mulheres sírias que expressaram profunda gratidão a Israel pela sua assistência humanitária no meio da Guerra Civil Síria que continua.
De acordo com a reportagem do Hadashot, 21 mães sírias e 23 crianças cruzaram Israel buscando tratamento médico durante a noite em que o segmento foi filmado.

Há muito que os médicos israelitas tratam discretamente as vítimas da guerra na Síria:

 
"Tornou-se comum" para os civis sírios procurarem tratamento médico de Israel, disse uma mãe síria ao repórter da rede de Televisão. "Toda a gente quer vir aqui. Adultos também, não apenas as crianças".
"Isto deve ser muito estranho para eles", disse o oficial do IDF Gil Giladi na transmissão. "Eles estão a lidar com 'o inimigo'".


Grupo de sírios aproxima-se da fronteira, de noite.


Soldado israelita abre os portões.


Os feridos e os doentes são transportados para o hospital.


Criança síria convalescente resolve pintar uma bandeira de Israel.

Imagens Times of Israel.


Conan O'Brien visita hospital na fronteira com a Síria:


Veja 'playlist' com as aventuras de Conan em Israel, que é bem divertida.

Outra mãe síria declarou: "Israel era visto como o inimigo ... Agora que vocês estão a ajudar-nos, a maioria [dos sírios das Colinas de Golan] está com vocês. Eles adoram Israel. Eles vêem o vosso verdadeiro rosto ... vêem a realidade".
Quando o repórter do canal Hadashot pediu esclarecimentos sobre a quem os sírios vêem como inimigos, uma mulher síria disse: "Todos eles: Estado islâmico, Hezbollah, Bashar [Assad]. Eles são todos iguais." 
Os sírios que foram entrevistados permaneceram anónimos devido a temores de represálias por buscarem ajuda do Estado judeu.
"Eles executam pessoas ao lado da mesquita", disse uma mulher síria de uma província controlada pelo grupo terrorista do Estado Islâmico. 
"Eu gostaria que pudéssemos ficar aqui para sempre", disse outra.
Israel e Síria não têm relações diplomáticas. Embora os países mantenham um frágil acordo de tréguas estabelecido em 1974, eles permanecem essencialmente em Estado de guerra, com trocas de fogo transfronteiras cada vez mais frequentes nos últimos anos.
A última revelação da ajuda médica israelita a civis sírios veio no meio de uma maior tensão ao longo da fronteira norte de Israel com a Síria. No sábado passado, um tanque do IDF disparou um "tiro de advertência" ao longo da fronteira, em resposta aos militares sírios que construíram um posto avançado na zona desmilitarizada das Colinas de Golan, em violação directa da proibição acordada na trégua de 1974 sobre ferramentas de construção pesada ou veículos militares naquele área.
Por: JNS.org e World Israel News

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COMENTÁRIO 


Uma das primeiras famílias sírias a ser tratada em Israel ficou em choque porque afinal Israel não era o mauzão, como lhes diziam desde o berço.

Os odiadores odiarão sempre, e até classificam a ajuda humanitária que Israel presta aos sírios como "desestabilização". Portanto: Israel salva a vida as crianças sírias, logo, está a desestabilizar a impecável harmonia que se vive no país! 

Os odiadores odiarão sempre, e até classificam a ajuda humanitária que Israel presta aos sírios como "propaganda". Se Israel não abrisse as fronteiras a estas pessoas, os mesmos odiadores diriam que o monstruoso Israel deixava morrer as pessoas sem lhes valer. Além disso, notícias como estas não passam nas televisões do Mundo, para quem demonizar Israel é um dado adquirido. 

Os odiadores odiarão sempre, e até classificam a ajuda humanitária que Israel presta aos sírios como "os judeus a armarem-se em bonzinhos". De facto, aqueles malandros, que tratam até os terroristas islâmicos de Gaza e da Judeia e Samaria, que mais tarde costumam regressar para fazer explodir o hospital, gostam mesmo de se armar em bonzinhos. Quem é mesmo do melhor são os 56 Estados islâmicos, que não mexem uma palha para ajudar os seus irmãos de fé, fustigados pelas eternas guerras entre muçulmanos. 
Como disse alguém, é preciso não saber de todo viver para sustentar tais "opiniões". Israel é o único pais do Mundo que está a ajudar os feridos na guerra da Síria, ainda que tal lhe custe mais dissabores que proveito.
Os israelitas não são melhores que os outros seres humanos, absolutamente. Mas também não são piores. E é esse precisamente o nosso ponto.
Convidamo-lo a ler estes posts, amplamente ilustrados: 

Israel trata sírios feridos na guerra

Israelitas em missões secretas na Síria para salvar vidas

A situação na Síria e a ajuda de Israel

 


Os refugiados sírios têm que procurar refúgio a milhares de quilómetros, em países infiéis.


Quando os desastres atingem o Mundo, Israel é o primeiro a chegar:


O Estado judaico vê-se como um parceiro activo no melhoramento do Mundo. Pode discordar-se deles, é claro, mas não vemos como se possa censurá-los por isso.

POST-SCRIPTUM: Soube-se hoje que Israel  tem tratado vítimas de ataques químicos na Síria, cometidos pelo regime e pelo movimento terrorista seu aliado, o Hezbollah (que alguns ocidentais idolatram, porque acham "romântico"). Pode ler o artigo e ver o vídeo na edição online do The Jerusalem Post.


terça-feira, 21 de novembro de 2017

Morrissey - Amigo de Israel


Morrissey lança nova canção pró-Israel, verberando os perseguidores do Estado judeu
"E os que fazem chover calúnias sobre ti - também têm ciúmes de ti", diz o lendário cantor Morrissey daqueles que odeiam Israel.
O cantor britânico Steven Patrick Morrissey, um defensor assumido do Estado judeu, lançou uma nova canção pró-Israel, na qual diz que aqueles que lutam contra Israel fazem-no porque sentem "ciúmes" do país.
Numa notícia da semana passada, o The Jewish Chronicle disse que as novas letras de Morrissey, na música intitulada "Israel", acusam os inimigos de Israel de quererem lançar as suas próprias "trevas" sobre o Estado judeu.
A balada pró-Sionista de seis minutos de duração é a última faixa no novo álbum Morrissey, Low In High School, que foi lançado este fim de semana.
O cantor, que actua regularmente em Tel Aviv, canta: "Eles acusam e difamam / Apenas porque não és como eles - Israel, Israel".
Referindo-se aos detractores de Israel, Morrissey diz: "Eles perseguem-te porque têm  ciúmes".

 

O novo disco de Morrissey toca outros temas judaicos, relatou o Chronicle.
Numa música chamada "A menina de Tel Aviv, que não se ajoelha", Morrissey presta homenagem a Etty Hillesum, que foi assassinada em Auschwitz em 1943.
A postura pró-israelita de Morrissey abrange mais de uma década. Ele até apareceu no palco em Tel Aviv, coberto por uma bandeira israelita.


Em 2008, Morrissey ignorou os apelos do movimento anti-Israel BDS (Boicote, Desinvestimento e Sanção) para cancelar um espectáculo em Israel e, em vez disso, encerrou-o dizendo: "Deus abençoe Israel".
Ele também tem a palavra "Israel" tatuada no antebraço, em Hebraico.
Em 2012, Morrissey recebeu a chave da cidade de Tel Aviv das mãos do seu presidente Ron Huldai.
"Eu tornei-me um rosto de Tel Aviv. Ficarei muito feliz em representá-la com integridade e lealdade", disse Morrissey.
Morrissey é uma voz pró-Israel única na cena musical britânica, já que muitos artistas britânicos são violentamente anti-Israel, o mais proeminente dos quais é Roger Waters, que foi acusado de abraçar ideias anti-semitas.
Por: United with Israel 

https://unitedwithisrael.org/es/


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Waters, a nova face do anti-semitismo.

Waters, Porcos Voadores e Lagartos Espaciais

Roger Waters, o Porco Rastejante


Porque é que Roger Waters odeia tanto Israel?


Um filme explosivo de um cineasta premiado que documenta o ressurgimento surpreendente do anti-semitismo na Europa pergunta porque é que Roger Waters está "tão incomodado com Israel".  

Ian Halperin, cineasta premiado, autor de best-sellers, colaborador do New York Times e filho de um sobrevivente do Holocausto, criou um documentário explosivo que mostra o aumento chocante do anti-sionismo - ou seja, do anti-semitismo - na Europa, com foco no famoso músico britânico Roger Waters, que fez parte dos Pink Floyd, líder destacado da campanha anti-Israel Boycott, Divestment and Sanctions (BDS). 

O que motiva Waters a lutar tanto contra o Estado judeu? Vários indivíduos proeminentes neste documentário dizem que é simplesmente anti-semitismo.

Você obterá algumas respostas neste vídeo, juntamente com algumas estatísticas assustadoras.
United With Israel



COMENTÁRIO:
"Um Vestido Novo Para Um Ódio Antigo" - Pilar Rahola
Porque é que a Esquerda (incluindo os nazis) odeia Israel
PROJECÇÃO ISLÂMICA: Porque é que os muçulmanos odeiam infiéis
Que mal fizeram os judeus à Humanidade?
História de Israel - Porque é que não há paz?
A ESQUERDA ODEIA ISRAEL PORQUE ISRAEL É TUDO QUE A ESQUERDA DESPREZA: CAPITALISTA, CONSERVADOR E PATRIÓTICO