terça-feira, 17 de janeiro de 2017

[Video] Toronto: Muçulmano justifica a pedofilia e o assassinato de infiéis em nome do Islão

Um muçulmano, na rua, justifica a pedofilia e o assassinato de infiéis em nome do Islão

Nesta discussão animada, numa rua no centro de Toronto, um cristão é cercado por um grupo de muçulmanos que defendem que uma menina de nove anos tem a idade certa para ter relações sexuais e que aqueles que se opõem ao Islão devem ser mortos.


Conversa alucinante entre um canadiano cristão e uma bando de muçulmanos praticantes que justificam a pedofilia e assassinato dos infiéis, por ser permitido no Islão.

"Muhammad casou com Aisha quando ela tinha 9 anos, ou 11 anos. Alguns dizem que ele consumou o casamento quando ela tinha 9 anos de idade".

"E se alguém se opuser ao seu profeta, você bate-lhe?" - perguntou o cristão

"Bater não é nada ... nos países muçulmanos quem insulta o profeta é morto".

"Essa é a sua visão do Islão!!!" - disse o cristão.

"Não é a minha visão do Islão! É o Islão!"

"Se alguém não seguir a lei Sharia deve ser morto!".

"O Canadá não é um país cristão" ...
Eis ao que conduziu a política multicultural de Justin Trudeau: a islamização do Canadá. O povo do Canadá deve acordar e entender que, quando os muçulmanos se tornam a maioria ou atingem um determinado número, eles não vão ser dóceis, e vão aplicar à letra as ordens do Corão e da Sharia.


Jo Golan via  EUROPE-ISRAEL.


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"O Islão não é uma religião, é uma ideologia de conquista. Onde os muçulmanos põem pé, consideram que passa a ser território muçulmano" - escreveu um comentador deste vídeo no YouTube.
E tem toda a razão. A História de 1,400 anos de islamização, com os seus 270 milhões de mortos (e a aumentar diariamente) confirma o carácter violento e expansionista desta ideologia - caso as respectivas Escrituras, as proclamações dos lideres políticos e religiosos, mais as de muçulmanos comuns como este, não cheguem.

As 4 Etapas da Conquista Islâmica


Veja a nossa secção:




Os mais entusiastas da islamização do Mundo Livre, não conseguem admitir que seja assim. Mesmo quando diariamente assistimos ao estupro em massa de mulheres e crianças, aos ataques terroristas, aos assassínios, à destruição das nossas sociedades, apesar das tropas e da Polícia nas ruas das nossas cidades.
A jihad (a guerra santa do Islão) e a sharia (a lei religiosa que dita por exemplo que quem abandona o Islão deve ser morto) não cabem nas bem intencionadas cabeças dos ocidentais, que não concebem que alguma religião seja assim. E por isso preferem fuzilar o mensageiro que lhes mostra a realidade do Islão.
Mas os próprios muçulmanos comuns, os muçulmanos realmente moderados e os ex-muçulmanos, confirmam que o Islão é opressão, terrorismo, escravatura, crueldade e horror para além do que é concebível aos humanistas Ocidentais:







Nos tempos que correm , com toda a informação disponível, é preciso querer ser ignorante, para fechar os olhos a esta realidade e continuar a escancarar as portas à invasão. Permitir a colonização islâmica não é ser bom, é ser suicida.

O TERRORISMO GLOBAL


Este post teve bastantes visualizações:

80% dos muçulmanos de Londres apoiam ISTO *

Reveja também:

Toda a profundidade da cosmovisão islâmica...


"Um jovem muçulmano de 26 anos, que se refugiou na Suécia aos 13 anos, assedia pessoas idosas num autocarro na Suécia. Ameaça matar pessoas se for expulso. Diz que é um mujahideen (lutador da jihad) dos Taliban e que sente a vingança no seu coração. Diz que sente raiva e que é capaz de comer carne humana. As pessoas mais velhas permitem-lhe expressar os seus pontos de vista, mas perguntam-lhe porque é que não vai lutar para o Afeganistão."

No profundo estado de alienação em que a população do Mundo Livre se encontra, há sempre desculpas para os comportamentos criminosos dos colonos muçulmanos. É sempre o colonialismo, o capitalismo, qualquer coisa menos o Islão.
Temos pena que o vídeo seguinte não esteja traduzido. Ele mostra a atitude passiva (aprovadora da invasão!) por parte dos suecos, e a atitude naturalmente colonizadora dos muçulmanos, que, no Ocidente, preferem os países ricos, que lhes dão conforto, não trabalham (um diz orgulhosamente que "trabalha" a vender droga) e acham que temos a obrigação de os sustentarmos e de nos submetermos ao Islão.
Troçam da ingenuidade dos europeus para com a TRETA dos "refugiados", que nada mais é do que  Guerra Demográfica assumida:

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

'Portugueses Primeiro' - Substituição Populacional (e EURISLAM)

A Substituição Populacional:





Vídeo do movimento Portugueses Primeiro *

* - Ai que fasssistas que nós somos!!! Os portugueses devem vir em último! Sério: se você só sabe pensar por meio de slogans, este post não é para si.

O EURISLAM:

União Europeia lança "Eurislam" - o projecto de islamização da Europa


Para que conste: Não somos partidários do egoísmo, do "cada um por si". Concordamos totalmente com a inter-ajuda entre países, aprovamos inteiramente a ajuda humanitária, defendemos intransigentemente que todos os seres humanos são iguais em dignidade, temos dado exemplos de ajuda aos (verdadeiros) refugiados da guerra na Síria (nomeadamente por Israel) que acolhe nos hospitais e os tem acolhido e integrado na Sociedade, no seu minúsculo território.
Mas já é proibido questionar:
1) Porque é que a esmagadora maioria dos refugiados da Síria não vem sequer da Síria?
2) Porque é que mais de 80% deles são homens jovens?
3) Porque é que os riquíssimos países Árabes não recebem NEM UM migrante/refugiado, o que quer que queiram chamar?
4) Porque é que, sabendo-se que o ISIS envia terroristas e falsos refugiados, continuamos a deixar entrar sem questionar?

Porque é que os supostos refugiados da Síria não passam simplesmente a fronteira para a riquíssima Arábia Saudita e países do Golfo?



A CUMPLICIDADE DOS MEDIA NA SUBSTITUIÇÃO POPULACIONAL

  

Este blogue é sobre Israel, mas, como portugueses que somos, e sem desprimor para ninguém, temos focado bastante a Islamização da Europa, que também atinge o nosso país (e que de há muito atinge Israel, pois a táctica nº 1 dos islamistas é a Guerra Demográfica):

A Invasão que eles escondem - 1


A Invasão que eles escondem - 2


A Invasão que eles escondem - 3


A Invasão que eles escondem - 4


A Invasão que eles escondem -conclusão

Israelita Gev Sela ganhou o Rally Africa 2017


O motociclista israelita Gev Sela ganhou a Eco Rally África. 
Esta prova com 6500 km tem o seu início no Mónaco, percorre os desertos do Marrocos e Mauritânia e termina em Dakar, capital do Senegal. 
Gev Sela, de apenas 17 anos, foi o concorrente mais novo na sua categoria (até 300cc). O feito é que ainda mais impressionante atendendo a que Gev Sela não tem muita experiência neste desporto.
Via EUROPE-ISRAEL

Pode aceder ao canal YouTube do Gav Sela AQUI.


Pode aceder ao canal do Rally Africa AQUI.

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Nos recentes Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, o israelita Shlomi Haimy passou vários vezes pela frente da prova de BTT, de onde foi arredado por furos sucessivos, ou teríamos tido outro brilharete desportivo israelita, também em duas rodas, mas sem motor. Nada mau para um pequeno país como Israel.

domingo, 15 de janeiro de 2017

A Solução de 50 Estados!


No dia em que François Hollande reuniu representantes de 70 países em Paris, para tentarem (mais uma vez) extinguir Israel e os judeus, país e povo ínfimos, mas que ocupam as atenções do Mundo. Enquanto o Mundo arde.


A Solução de Um Estado. A Solução de Dois Estados. A Solução de Três Estados... A Solução de 50 Estados! 

Recentemente, ouvimos todo o Mundo a falar sobre os assentamentos israelitas e sobre a solução de dois Estados. De acordo com John Kerry, os assentamentos são a razão para todos os problemas da Terra. Isto vem de um homem que fez pouco, ou nada, enquanto 500.000 homens, mulheres e crianças foram massacrados apenas algumas milhas ao norte de Israel, na Síria.

Os assentamentos são a raiz de todo o mal, de acordo com a administração Obama. Esta é a mesma administração que assistiu e não fez praticamente nada relativamente à Primavera Árabe (ou, como deveria ter sido chamado, o Inverno Árabe) que se espalhou e causou turbulência em todo o Médio Oriente.

A propósito, nenhuma das revoluções desses países teve nada a ver com assentamentos, com uma solução de dois Estados ou com palestinos.

Ouvimos tanta propaganda da ONU e desta administração que tomamos tudo como um dado adquirido.

Talvez esteja na altura de uma pequena perspectiva.

Há 50 estados de maioria muçulmana no mundo. Esses Estados têm mais de 1 bilião - BILIÃO, com um 'B' maiúsculo – de muçulmanos.

Há 22 estados puramente islâmicos no mundo. Isso significa que a ONU tem pelo menos 22 Estados que votam automaticamente contra Israel.

Existem 50 países com maioria muçulmana. Mais 50 votos automáticos contra Israel.

Isto sem contar com a crescente influência das comunidades muçulmanas na Inglaterra, França, Suécia e outros lugares. O nome de bebé mais escolhido em Londres é agora Mohammad.

É por isso que temos as tais resoluções "justas" contra Israel na ONU.

"Israel como o principal violador dos direitos humanos", é um exemplo. "Israel como o principal violador dos direitos das mulheres no mundo", outro.

Somente em 2015 e 2016 houve 20 resoluções anti-israelitas. Todo o resto do mundo - incluindo a Coreia do Norte, a Síria, o Sudão, a Rússia, o Irão, a Arábia Saudita e muitos outros bastiões dos "Direitos Humanos" - tiveram a soma total de .... três resoluções.




Alguém poderia explicar-me porque é que o Mundo precisa de outro Estado muçulmano virtualmente sobre o único Estado judeu que existe? Esse Estado estar bem em cima de outro Estado não é um acidente. Os conquistadores muçulmanos muitas vezes construíram mesquitas directamente no lugar mais sagrado dos conquistados como uma demonstração de domínio.

Eu não vou voltar à História e relembrar as leis, as promessas, a matança de judeus por milénios (OK, já o fiz). Vamos apenas abordar isto de um ponto de vista lógico.

Vamos falar de senso-comum e justiça. Pense nisto por um minuto. A China tem mais de 1,35 biliões de chineses. Taiwan tem 23 milhões. Os chineses ficaram aborrecidos com um telefonema ao presidente eleito dos EUA do presidente daquele pedaço de poeira que é Taiwan.

Você quer explicar-me porque é que a China, com os seus 1.35 BILIÕES de CHINESES, precisa de MAIS 23 MILHÕES? Eles não têm chineses suficientes?

EU NÃO. PENSO. ASSIM.

Temos mais de um bilião de muçulmanos em 50 países muçulmanos. A massa de terra abrange uma grande área do mundo. Os árabes têm petróleo, terra e enormes riquezas. Israel tem .... israelitas e bom falafel (OK, os israelitas pediram-no emprestado aos árabes, mas na minha opinião tornaram-no melhor). Será que os árabes realmente precisam dessa pequena faixa truncada de terra?

EU. NÃO. PENSO. ASSIM.

Para ser justo, acho que devemos também considerar o seguinte:

Quantos judeus existem na Arábia Saudita, Kuwait, Líbano, Síria, Egipto, Iémen e Sudão? Você já entendeu meu ponto aqui, não é?

A resposta está perto de zero, se não zero.

Há mais jogadores de hóquei judeus no mundo do que há judeus que vivem em todos os países muçulmanos combinados.

Agora, para os inimigos de Israel, que vou colocar em algumas categorias.

1. Muitos árabes.

2. Os europeus, especialmente os da esquerda. Sabemos como os europeus tratam os seus judeus.

3. Muita gente no novo Partido Democrata (dos Estados Unidos), bem como a esquerda em geral.

4. Alguns dos nossos próprios judeus que andam a fumar alguma coisa. Eles não pensam que são inimigos, mas são.

5. Muitos dos escritores do Ha'aretz (jornal israelita de esquerda).  Colunistas como Gideon Levy, que apelou aos árabes para dispararem mais mísseis contra Israel a partir de Gaza.

6. A organização J Street e qualquer pessoa que ainda a apoie.

O mantra destas pessoas é: "Israel precisa fazer mais sacrifícios pela paz". Sim, claro. Quero dizer, quem pode argumentar contra qualquer coisa que termine em "paz"?

Acho que o Árabe anda a ser mal traduzido desde há alguns anos. "Paz" realmente significa "pedaço". Eu quero este pedaço, aquele pedaço, e quando terminar, eu quero ainda mais um pedaço. 

É pura e simplesmente uma monumental campanha de propaganda, de proporções épicas, toda concebida para convencer o Mundo de que a batalha é entre judeus e os árabes locais, em vez da guerra árabe e islâmica contra Israel.

Então, aqui está o meu plano de paz e a minha resposta a John Kerry:

50 Estados para muçulmanos e árabes. Sem contar a Faixa de Gaza, que de facto pertence ao Egipto.

Um pequeno Estado para os judeus (com árabes incluídos), e 50 Estados para os árabes com praticamente nenhum judeu neles.


Eu acho que 50-para-1 é suficientemente justo, não é?




Tradução nossa de um artigo de Larry Levine, publicado no site UNITED WITH ISRAEL.  Larry nasceu em Long Island, Nova Iorque, e vive em Columbus, Ohio. É um empresário premiado, activista pró-Israel e escritor. Também um comediante de stand-up e apresentador de um talk-show cujos convidados incluem Jay Leno, Alexander Haig e Paul Reiser. O site de Larry Levine é http://israelwatch.com/

sábado, 14 de janeiro de 2017

Onde fica Israel, senhor Ezequiel?

CAPÍTULO 1 - O SENHOR EZEQUIEL ODEIA



"Aqueles 'agiotas'!!! (ele adora essa palavra) "Aqueles assassinos!!! Todos os dias levantam os aviões F-16 e vão fazer tiro ao alvo contra as crianças 'palestinas'!".  
Assim berrava, tremia, espumava e lançava perdigotos para a minha cara, o bom do senhor Ezequiel, um valente militante de Esquerda, que, como é próprio da sua ideologia, odeia Israel e os judeus.
"Todos os dias! Todos os dias aqueles malditos roubam terra aos 'palestinos'! TODOS OS DIAS!!!". 
Bastante experimentado nestas explosões de ódio do senhor Ezequiel, há alguns anos que lhe forneço vídeos, documentários, mapas, esquemas, documentos históricos, fotos, sites, informação, informação, informação e mais informação. 
E volto a perguntar-lhe:
"Ó senhor Ezequiel, já viu algum dos documentos que lhe enviei? É que, até hoje, o senhor nem uma prova me deu das suas graves acusações! E nunca se dignou analisar as refutações que lhe apresento".
Como sempre, ele responde:
"Não está esquecido! Hei-de ver... hei-de ver...". 
 Mas nunca vê. Nunca viu. Nunca verá. 


 CAPÍTULO 2 -  ZERO A GEOGRAFIA



Como milhões de esquerdopatas como ele, o senhor Ezequiel evita propositadamente os FACTOS.  Está apaixonado pelo ÓDIO, e não quer que a chata da VERDADE lhe venha estragar o idílio. Não é diferente dos seus primos nazis e islamistas. É gente que sempre se deu bem, aliás.
E foi aqui que eu passei ao segundo acto destas cenas tristes, cujo guião já conheço de olhos fechados. Os actores é que mudam.
"Ó senhor Ezequiel, o senhor que está sempre a dizer que Israel todos os dias  rouba território aos 'palestinos', sabe ao menos em que continente fica Israel? É capaz de o localizar num mapa?".
Silêncio embaraçado do senhor Ezequiel, pouco condizente com a gritaria Hitleriana que vinha mantendo.
"Outra coisa: se Israel todos os dias rouba terra e todos os dias cresce, o mapa do país deve aumentar a olhos vistos. É capaz de me dizer com que países Israel faz fronteira?". 
Silêncio embaraçado do senhor Ezequiel, pouco condizente com a gritaria Hitleriana que vinha mantendo.
"O senhor sabe ao menos de que tamanho é Israel? Se cresce assim tanto e todos os dias, à custa de tanta 'terra roubada',  Israel já deve ser pelo menos do tamanho do Mundo!".
Silêncio embaraçado do senhor Ezequiel, pouco condizente com a gritaria Hitleriana que vinha mantendo.
Como ainda não ganhei juízo e teimo em malhar o ferro frio, pergunto:
"O senhor sabe ao menos dizer-me se Israel é maior ou mais pequeno que Portugal?". 
Aqui o nosso homem não hesita, e, com o proverbial sorriso de superioridade que caracteriza o "primeiro escalão da espécie humana" (leia-se os esquerdistas), o raivoso atira:
"Claro que é maior!".
E eu,  vitaliciamente incorrigível:
"'Maior', quanto? O dobro?... 100 vezes?...". 
 Novo sorriso embaraçado, uns segundos de hesitação, e um decidido:
"Pelo menos 100 vezes!". 


Israel e as organizações terroristas islâmicas que o cercam. Não estão aqui contabilizados países como o Irão, que fazem da destruição de Israel a prioridade nº 1 da sua política.


CAPÍTULO 3 - TAMANHO RELATIVO DE ISRAEL E OUTROS PAÍSES


O senhor Ezequiel nunca olhou nem nunca irá olhar para os documentos que lhe ofereço, dentro de envelopes formato A4, impressos com a minha impressora e com a minha tinta, traduzidos e anotados por mim. Nunca viu, por isso, uma compilação que lhe enviei, de mapas comparados do tamanho de Israel e de alguns países do Mundo.
Aqui vai o resumo do documento comparativo das dimensões de Israel e de alguns países. O mapa dos países está amarelo e o mapa de Israel está a azul (não é nenhum lago):




















E como falámos em lagos, Israel cabe no lago Michigan:


Mais mapas AQUI.
Para que não pense que os mapas acima mentem (alguma conspiração "Zionista"), fica aqui um mapa do mundo Árabe e do pequenino Israel. Israel é 0,5% da área do Médio Oriente e 0,02% da área do mundo islâmico  



O mundo islâmico é muito maior:


Este mapa representa a percentagem de muçulmanos por país:



E fica aqui um mapa do Mundo, para ter a certeza de que não o estamos a enganar:




Ainda que fosse verdadeira a patranha islamo-soviética de que "os judeus roubaram a terra aos Árabes", o que obrigaria milhões de muçulmanos a viverem em Israel e a entrarem todos os dias em Israel vindos dos países limítrofes. Seriam masoquistas? Porque não ficariam no paraíso terreno que são os restantes 99, 98% de território islâmico? E no resto do Mundo em geral, pois é bem sabido que todo o planeta é um Jardim do Éden, e o Diabo mora em Israel!




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A Mentira Soviético-Palestina

DA ALDRABICE E DA POUCA VERGONHA!



Mas afinal quem são os "palestinos"?

 Inventando a Palestina e os palestinos - 3




1. Quando é que o país foi fundado e por quem? 
2. Quais foram as suas fronteiras? 
3. Qual foi a sua capital? 
4Quais foram as suas cidades mais importantes? 
5. Quais foram as bases de sua economia? 
6. Qual foi a sua forma de governo? 
7. Pode citar pelo menos um líder palestino antes de Arafat? 
8. A Palestina alguma vez foi reconhecida como um país cuja existência, então ou agoranão deixa margem a interpretação? 
9. O que era a língua da Palestina?

10. Qual era a religião predominante da Palestina?


11. Qual era o nome de sua moedaEscolha uma data qualquer na história ediga qual era a taxa de câmbio da moeda palestiniana em relação ao dólar dos EUA, ao marco alemão, à libra esterlina, ao iene japonês ou ao yuan chinês na referida data.


12. E, finalmente, dado que este país não existe actualmenteque é o que causou o seu desaparecimento e quando é que ocorreu? Você que lamenta o"afundamento" de uma orgulhosa e nobre nação", diga s.f.f, quando exactamente é que essa "nação" era orgulhosa e nobre?

Nunca os senhores Ezequiéis deste Mundo lerão este artigo ou seja o que for que os possa privar do ódio que tanto amam.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Carro que funciona a ar é agua - invenção israelita

Um carro que funciona a ar e a água? Só em Israel!



A empresa israelita Phinergy desenvolveu uma tecnologia que pode revolucionar o uso da energia. Entre outras aplicações, esta tecnologia permite locomover um carro usando apenas metal, ar e água.
Grande parte do mundo ocidental sonha há muito com o desenvolvimento de um carro eléctrico, que eliminaria a necessidade de gasolina, reduzindo os custos operacionais, reduzindo a dependência do petróleo e reduzindo drasticamente o impacto negativo sobre o meio ambiente. O slogan de hoje é "energia sustentável".



O primeiro carro eléctrico. Foto: electriccarsforsale.biz

Desde que o primeiro carro inteiramente eléctrico foi criado em 1837, e até recentemente, os custos de produção elevados, a baixa velocidade e o raio de utilização limitado, fizeram desta uma opção impraticável para a maioria dos condutores.

No entanto, nos últimos 18 anos, a tecnologia de carros eléctricos avançou, apesar das vicissitudes, primeiro com a vaga de carros híbridos a gás/elétricos, que chegou ao mercado em 1997, e depois com o totalmente eléctrico Tesla Roadster, nos EUA.

O Tesla Roadster foi o primeiro veículo inteiramente eléctrico  nos EUA capaz de circular sem dificuldade na auto-estrada. No entanto, com um preço superior 80.000 dólares, continua fora do alcance de todos, só é acessível aos consumidores mais ricos, e ainda requer a recarga com menos de cem milhas percorridas. A maioria dos veículos totalmente eléctricos no mercado ainda enfrenta pelo menos uma das três barreiras - preço, velocidade e / ou raio de utilização.

Energia a partir do Metal, do Ar e da Água

Uma empresa israelita chamada Phinergy criou uma tecnologia que usa metal, ar e água para alimentar um veículo. Esta tecnologia metal-ar tem estado na vanguarda da investigação durante anos, devido ao seu enorme potencial para revolucionar o uso da energia no mundo.

Criada em 2008, a Phinergy, beneficia de mais de uma década de pesquisa académica na Universidade Bar-Ilan, perto de Tel Aviv, e vem desenvolvendo com sucesso esta tecnologia que utiliza a energia armazenada no metal.



Bateria especial de metal-ar da Phinergy. De: Phinergy.com

A bateria da Phinergy cria energia combinando alumínio e ar ambiente com água. A diferença entre este processo e outros veículos eléctricos é comparável à diferença entre um mergulhador humano que deve levar seu oxigénio numa botija, e um peixe, que simplesmente utiliza o oxigénio contido na água, respirando através das suas guelras.

Devido à tecnologia única, a bateria é imune a problemas relacionados com o CO2, que, segundo a Phinergy, tem sido a principal causa de falha das baterias metal-ar no passado.

Enquanto para o consumidor diário, o transporte pode ser o aspecto mais atraente desta tecnologia, existem muitas outras aplicações relevantes nas áreas de armazenamento de energia, defesa e electrónica.

Para o consumidor de veículos, um dos aspectos mais atraentes desta tecnologia é que em vez de ter que reabastecer com gasolina a cada várias centenas de milhas, ou ter que recarregar ou trocar a bateria, o único ingrediente necessário para reabastecimento é a água - um recurso amplamente disponível, dando a estes carros um raio de utilização praticamente ilimitado e tornando-os muito rentáveis.

A Phinergy é outro exemplo de uma empresa israelita que trabalha para tornar o mundo um lugar melhor.



Uma notícia de WORLD ISRAEL NEWS.


https://worldisraelnews.com/

'Allahu Akbar' - gritou o refugiado marroquino da Síria, aos tiros!




A estratégia islâmica é sempre a mesma: 


1 - Estabelecer uma mesquita
2 - Criar um enclave.
3- Fazer crescer a sua população.
4 - Resistir à autoridade do país colonizado.
5 - Instituir a lei sharia.
6 - Separar-se do país colonizado.
7 - Assumir o controlo.





 "DEUS MANDA-NOS O' REFUGIADOS"...

Dizia-me certo amigo muito religioso, que "temos que receber mai' refugiados da Síria em Portugal, porque é Deus que os manda para cá" 
Não o sabia tão íntimo e confidente do Eterno. Perguntei-lhe se eram "refugiados da Síria" como por exemplo estes que chegam de Marrocos (ver mais abaixo). Não percebeu a ironia.
Perguntei-lhe se é Deus ou Alá que os manda pegar em armas, vestir coletes suicidas, e matar, roubar, torturar e estuprar quem tão piamente os recebe. Para não falar das exigências, da hostilidade e da guerra demográfica. Ficou a olhar para mim, inexpressivamente, o meu bem intencionado amigo.
Um caso banal, aqui mesmo em Espanha:

LOUVANDO ALÁ NO SUPERMERCADO ESPANHOL 


Ninguém morreu, mas o susto foi grande. 

Um muçulmano armado, aos gritos de  'Allahu Akbar' abriu fogo num supermercado espanhol. Envergava um colete suicida cheio de gasolina e pólvora. Fontes policiais dizem que tem problemas psicológicos (mas é claro!!!).


Aparato policial. Porque alguém disse que o seu deus é grande. Que deus este!...

O La Region, devidamente amestrado, diz que foi um "jovem".  O Mail Online não é tão politicamente correcto. Por isso é tão detestado e ridicularizado pela Esquerda.



Um polícia presente no local, temendo ser acusado de "racismo" e perder o emprego, acha que o "jovem" gritou qualquer coisa em Basco. França é mesmo ao lado:

França: 2 anos de cadeia para quem criticar o Islão!

Os empregados não negam que o "jovem" gritou o famoso "Alá é Grande", que costuma anteceder as matanças islamistas (áudio):



REFUGIADOS DA SÍRIA MARROQUINA 
Neste Ano Novo, mais 1.100 marroquinos "fugitivos da Síria" voltaram a tomar de assalto a fronteira em Ceuta (a propósito: quando é que Espanha se desfaz dos seus COLONATOS em África?).
50 polícias ficaram feridos e um deles perdeu uma vista. Os marroquinos são refugiados da Síria? Não! São migrantes normais? Não! São muçulmanos, na sua eterna senda de ocupação, guerra demográfica, violência e conquista.




Um cristão assassinado a cada 5 minutos, mais de 300 mil ataques terroristas desde o 11 de Setembro, um genocídio global levado a cabo pelos islamistas, e este querido amigo, doutrinado pela Televisão, pede "mai' refugiados"... 
Este caso (graças a Deus sem consequências graves), é um dentre MILHARES diários. Se duvida, confira, sff: