domingo, 25 de setembro de 2016

O Politicamente Correto Mata! | Paul Joseph Watson

 Na sequência do post anterior:

Imprensa chora: terrorista de Burlington não era "um latino"

Enquanto George W. Bush fazia Guerra ao Terror, o deus das Esquerdas (o jihadista Obama) declarou o Politicamente Correcto. Questionar o deus Obama é sacrilégio.
Os cidadãos do Mundo Livre continuarão a morrer, todos os dias, em nome desta idolatria. A menos que ACORDEM! 

Imprensa chora: terrorista de Burlington não era "um latino"

De pouco adianta os Estados Unidos darem aos seus cidadãos o direito de se defenderem dos terroristas armados, se abater um bárbaro assassino destes pode dar direito a pena de morte. Os bárbaros, por seu lado, compram as armas na candonga, matam e depois são libertados pelo irmão Obama.
As nossas condolências e as nossas orações estão com as vítimas, com as suas famílias, e com Donald Trump, a última esperança para o Mundo Livre.

O "homem latino" era afinal um refujiadista turco.

Era palpável a excitação dos media ontem à noite. Depois dos dois ataques da semana passada nos Estados Unidos (à faca e à bomba, respectivamente), desta vez dizia-se que era um "homem latino".
A rogeirada já preparava os seus editoriais pomposos e as suas tiradas moralistas. 5 vítimas mortais no centro comercial, co'a breca! Não é muito, mas já chega para alimentar a propaganda islamizadora. Deve ter jorrado o champanhe. 
Afinal de contas, a PATRANHA Anders Breivik, já começa a estar um bocado gasta:

Breivik: Nazi e Islamista!


Anders Breivik é um nazi e um supremacista islâmico. A Imprensa, sempre alinhada à esquerda e politicamente correcta, esconde-o!

Para grande desapontamento da jornaleirada, o terrorista era o "refugiado" turco, o senhor Arcan Cetin.
Hoje a jornaleirada assobia para o lado, e dedica escassas linhas ao ocorrido, declarando, como sempre, que "as motivações não são conhecidas".
Nas caixas de comentários dos jornais, a matilha esquerdista parou de ladrar as costumeiras imprecações: "Só na América...". "É o que dá deixarem as pessoas terem armas!". "Ah, Ah! Os cow-boys andam sempre a matar-se uns aos outros!". "Está contente, senhor George Bush?", etc..

Aqui está o guerreiro de Alá em acção, cortesia do site DREUZ.INFO:

ESTÁ TUDO BEM! SÃO APENAS DOIDOS!
Como bem sabemos, para cada massacre cometido pelo Islão, os jornalistas e comentadores (verdadeiros taliban ao serviço de Alá, também eles), tratam de arranjar uma estupidez qualquer para ilibar o Islão de responsabilidades.
Na semana passada, na Al-SIC Notícias, um tipo qualquer do Al-Expresso,  um indivíduo com uns bigodes cómicos, parecido com o lendário Luís Pereira de Sousa, decretava, na sua qualidade de "especialista", que:
- o ataque à facada num centro comercial nos Estados Unidos, tinha sido reivindicado pelo ISIS, mas "obviamente que é impossível ao ISIS dar ordens a partir do Iraque ou da Síria para os Estados Unidos". E que portanto, o indivíduo só podia ser "apenas um louco".
- os ataques à bomba em Nova Jérsia, também nos Estados Unidos, tinham sido feitos por outro "doido" e "aprendiz de terrorista", porque "as bombas estavam muito mal feitas e viam-se os fios".


Uma estranha epidemia de loucura que só ataca muçulmanos! Bizarro!

Para o nosso especialista (um tal Rui Cardoso, se não me falha a memória), a única coisa que interessava era "demonstrar" que o terrorismo islâmico não existe. Que são sempre e só "apenas uns doidos" que matam inocentes todos os dias.
Deve ser muito animador para quem é ferido, estropiado ou morto, saber que se tratou apenas de uns doidos!

DITADURA PURA E DURA


O "aprendiz de terrorista" (sic) Ahmad Khan Rahami.

Desde o 11 de Setembro de 2001  registaram-se até agora, contabilizados, 29290 ataques terroristas islâmicos.
Em Agosto deste ano foram 203 ataques, 1637 mortos, 1734 feridos, 29 bombistas suicidas, 33 países atingidos.
Dados do site A RELIGIÃO DA PAZ.

Nenhum - ouviu bem? NENHUM!!! - destes ataques, teve fosse o que fosse a ver com o Islão! São "apenas doidos". Os 270 milhões de mortos que o Islão já causou, foram todos por "doidos".


A nossa compatriota Palmira Silva, emigrada em Londres, foi decapitada por um muçulmano,em nome de Alá, perdão, por "um doido qualquer". Quem disser a VERDADE arrisca pena de prisão.



TV sueca apela à substituição populacional


Vemos diariamente nas Televisões uma propaganda em massa à invasão islâmica da Europa, mascarada de "refugiados sírios" - que de sírios e de refugiados não têm nada, e que não se "refugiam" nos vastíssimos e riquíssimos países islâmicos.
A campanha de islamização e substituição populacional da Europa já é oficial. O governo de extrema-esquerda hippie da Suécia é um dos que têm dado todo o apoio a esta campanha de engenharia demográfica e genocídio cultural.
Há muito que avisamos que a Esquerda vê nos colonos muçulmanos o novo "proletariado" para a sua Revolução.
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Na TV sueca passa agora esta campanha de propaganda, que é apenas mais um capítulo desta lamentável história:



Segundo o site "O Novo País" eis o que será a Suécia (tradução do vídeo):
- Não há como voltar atrás. A Suécia nunca será como dantes. Esta é uma constatação sobre o mundo que nos rodeia.
- A Suécia é um lugar seguro para os perseguidos. O que fazia falta a alguns. Pensar sobre o passado é bom, e falar também...
- Mas temos de seguir em frente, encontrar uma maneira de viver juntos. Hoje em dia, na Europa e na Suécia, as coisas mudaram.
- É hora de perceber que os novos suecos terão uma nova cultura, língua e tradições, e é hora de ver isso como uma força positiva. Este "novo país" moldará um novo futuro.
- Ser sueco não deve uma questão de cor da pele e local de nascimento. Deve ser tu, eu e todos juntos. 
- Não são apenas os novos suecos que devem ser ser integrados. Todos devem ser integrados, mesmo os suecos étnicos.
- Integração não significa que um deve adaptar-se ao outro, ou que todos devem pensar, fazer e reagir da mesma forma.

- A integração é uma questão de reuniões e encontros reais que requerem reciprocidade.
- Criemos um futuro baseado tanto na realidade quanto nas esperanças para o futuro.
- Formulemos um maior sentido de "nós" e construamos um país onde o ódio e o medo sejam postos de lado. Temos todo o novo país dentro de nós, no nosso modo de ver as coisas, nos nossos pensamentos e acções. É hora de construirmos juntos um país que se orgulhe de ser inclusivo e sustentável.
- Algo de novo.

Le nouveau pays.

Agradecimentos à EUROPE-ISRAEL.

- Esta cantata hippie-comunista, na prática, tornou a Suécia o segundo país do Mundo com maior número de estupros de crianças e mulheres, perdendo apenas para a Nigéria:
Os perpetradores são os colonos muçulmanos. Com o aplauso do governo sueco, que até se ri do facto:
Islamizar é preciso: Asa Romson, vice-primeira-ministra sueca, entre os seus irmãos hippies. Talvez esta gente tenha ficado assim por causa das drogas, mas os outros não têm a culpa.

  Releia também:

Hippies e Terroristas - paixão assolapada!

Matar à facada NÃO É terrorismo! *

* - Dependendo de quem são as vítimas...

sábado, 24 de setembro de 2016

Crianças sírias feridas são tratadas em Israel

Uma operação coordenada pela organização humanitária "Amaliah" em conjunto com o Exército de Israel, está a transferir dezenas de crianças feridas na região de Quneitra, Síria, para hospitais israelitas em Safed e Nahariya.

Fazer o bem sem olhar a quem. Infelizmente, devido à doutrinação jihadista que recebem desde o berço, virão para fazer explodir os hospitais onde foram tratadas, como temos mostrado exaustivamente.

As crianças são alojadas num kibutz no norte e, uma vez curadas, são devolvidas à Síria, com pacotes de comida e medicamentos. 
Os primeiros sírios feridos chegaram a Israel em Fevereiro de 2013. Mais de 2.500 feridos da guerra da Síria foram já tratados em hospitais israelitas. 

No nosso blogue, dedicámos alguns posts ao assunto. Por exemplo:

Israel trata sírios feridos na guerra

Eles não temem os "sionistas"?!...

Este casal sírio ficou muito surpreendido por os judeus serem pessoas:


A organização judaica norte-americana "Amaliah", com sede em Nova Iorque, acolhe presentemente 21 crianças sírias vindas da região de Quneitra, juntamente com os seus pais, estando todos a receber tratamento médico. 
As crianças vêm de várias regiões da Síria, são agrupados num ponto de encontro, e são então transferidas para Israel, em coordenação com as forças de segurança israelitas.


O presidente da "Amaliah", Moti Kahana, disse:
"Estas crianças não vão a um hospital há mais de cinco anos. É terrível. O objectivo da nossa organização é ajudar os sírios que estão do outro lado da fronteira. 
"No passado, as crianças sírias recebiam tratamento nos hospitais às custas do contribuinte de Israel, mas actualmente é a organização 'Amaliah' que cobre os custos dos tratamentos. Trabalhámos no duro para angariar os donativos necessários".
"É difícil apagar o ódio aos judeus que está enraizado na Síria há décadas, mas estamos a mostrar quem realmente somos."

Benjamin Netanyahu reunido com refugiados sírios (Foto: Kobi Gideon / GPO). 
 
"No final do tratamento, as crianças e seus pais regressam ao território sírio com pacotes de ajuda humanitária fornecidos pela organização".
"Crianças e pais estão alojados num kibutz no norte de Israel, desfrutando das mesmas actividades de lazer que os residentes, como numas férias em família. Assim, os feridos de guerra esquecem um pouco os horrores que experimentaram no seu país".

- Esta notícia, que tentámos traduzir correctamente, consta da newsletter da organização EUROPE-ISRAEL. Convidamos os nossos leitores e amigos a visitarem este excelente site e a subscreverem a newsletter, para estarem sempre bem informados. É em Francês ou em Inglês.

 ENQUANTO ISSO...




Enquanto isso, na Síria, degladiam-se os terroristas financiados por Barack Hussein Obama (uma amálgama jihadista de al-Qaeda, ISIS e afins); as forças governamentais (que também massacram alegremente o povo sírio); e as milícias curdas, que protegem o seu povo do genocídio que os dois anteriores tentam levar a cabo.
Enquanto isso, quem é que o vulgo culpa, por esta, e por todas as guerras do Mundo, desde sempre? 
Talvez porque o conceito de fazer o bem a quem nos odeia e nos pretende destruir seja "suspeito" aos olhos de alguns, Israel é acusado de "mexer os cordelinhos" para beneficiar com esta guerra. Como é que os mexe e como é que lucra, ninguém explica.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Palestinianistas do BDS investem no Banco "Sionista" Rothschild

Mais dois destacados líderes do movimento pró-terrorista, islamista e neonazi BDS (que pretende a erradicação de Israel e dos judeus).
Mais dois "pobres" comunistas milionários.
Mais dois HIPÓCRITAS.


O casal Jocelyne Shashahani aliás Olivia Zemor, e Nicolas Shashahani.
 

Os líderes do movimento anti-semita Europalestine são ricos, muito ricos. De onde provirão por exemplo os 3 milhões de euros da senhora Olivia Zemor, a presidente, e do seu marido Nicolas Shashahani, atendendo a que se trata de uma simples sindicalista?...  E quantas mais outras contas e activos terão eles?

Não são necessárias apresentações para a porta-voz do Europalestine, a nossa tão dedicada à causa Jocelyne Shashahani aliás Olivia Zemor, e o seu terno companheiro, Nicolas Shashahani.

"BOICOTE O SIONISTA CARREFOUR ... BOICOTE O SIONISTA ORANGE ...".

Enquanto se gritam os habituais slogans... as contas bancárias são geridas, a liquidez é investida, e, como qualquer bom capitalista, ESPECULA-SE.

Dir-nos-ão: Para investir ou especular, é preciso dinheiro. E para bem gerir e bem investir, é preciso aconselhamento especializado. Assim, é fácil de descobrir que as Jeannes e os Serges da causa palestina têm contas no banco Rothschild, o banco "sionista" - pelo qual eles, aliás, não escondem o seu ódio.

Nesta conta de mais de 3 milhões de euros o casal teve o cuidado de investir num bouqet de ações de empresas que pretende boicotar porque comercializam produtos israelitas.

Duas questões se põem:
- De onde vieram estes 3 milhões de euros destes dois militantes do movimento anti-semita BDS?
- Porque é que eles fazem render esse dinheiro em instituições que tanto criticam, e às escondidas dos seus camaradas?
 
Parece que para estes dois, como para o terrorista Mahmoud Abbas - seu mentor - o dinheiro afinal tem um cheiro: o da má-fé.

Para os que queiram verificar em pormenor, está AQUI o arquivo completo.

Para os que creiam na nossa palavra, a
qui está o total de activos do casal depositado no Banco "sionista" Rothschild:


- Este texto foi traduzido e condensado do site EUROPE-ISRAEL.  Um excelente site que recomendamos vivamente.


As elites terroristas desfrutam de vida regalada. Hotéis de 5 estrelas, restaurantes de luxo, jactos particulares, tudo do bom e do melhor, que pode ser visto em artigos como ESTE.
Aqui no nosso blog aconselhamos por exemplo estes posts:



  
O Mundo Livre envia milhões para o mega-terrorista Mahmoud Abbas, líder da organização terrorista Fatah e presidente da Autoridade "Palestina". Abbas gasta tudo em terrorismo contra Israel e em vida faustosa. Vai construir mais um palácio, em Surda, Ramallah, com uma área total de 27,000m2 e o módico custo de 13 milhões de dólares. Não é notícia.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

VÍDEO: Terrorista ataca polícias à facada em Jerusalém

Esta segunda-feira, um terrorista atacou à facada dois polícias em Jerusalém. Um dos agentes da autoridade é uma mulher, mãe de dois filhos, de 38 anos, que está entre a vida e a morte. O outro agente é um homem de 47 anos. Os polícias conseguiram neutralizar o terrorista sem o abaterem.

O ataque foi captado pelas câmaras de segurança:



 
 
Nos locais públicos, em Israel, há câmaras de segurança, que permitem evitar, tanto quanto possível, os ataques terroristas.
 
As imagens - como neste caso - estão disponíveis para o mundo inteiro ver quem ataca quem. No entanto, como o preconceito é muito maior que a racionalidade, muita gente teima que são os judeus que atacam os muçulmanos. Acredite: há quem assista ao vídeo acima e ache que o atacante dos polícias é a vítima.
 
Na Idade Média diziam que os judeus envenenavam poços e comiam crianças; no tempo dos Hitler e do Stalin diziam que transmitiam doenças, como os ratos, e que por isso tinham que ser exterminados; hoje dizem que matam "palestinos".
 
Este sábado, um terrorista tentou matar um soldado israelita:
A Imprensa mundial (como sempre) acusou o soldado de ter atacado o terrorista:
Quando é noutros países que não Israel, já ninguém contesta:
 
UM ANO DE INTIFACADA

Com o aproximar do Ano Novo Judaico, os ataques multiplicam-se. Nós falamos de um aqui e outro ali, apenas para ilustrar e tentar limpar os cérebros intoxicados pela campanha difamatória contra Israel.
 

Os ataques têm sido constantes nos últimos dias. Polícias e soldados têm conseguido evitar a maior parte deles.

A sociedade israelita já lida com os cruéis colonos muçulmanos há muito tempo. Nós aqui na Europa, após 4 séculos livres de muçulmanos, voltamos a experimentar o que os judeus já sofrem há 1,400 anos.

Como Israel teve que se tornar muito eficaz a prevenir ataques à bomba e a tiro (a cerca de segurança tem travado o genocídio dos judeus, graças a Deus), então os colonos islamistas recorreram à  INTIFACADA:

Sabe o que é a INTIFACADA?
 
É a campanha de assassinato de judeus promovida pelos líderes religiosos e políticos muçulmanos, com destaque para o mega-terrorista Mammoud Abbas, que o Mundo teima em considerar um "moderado", apesar de não diferir em nada de Osama bin Laden ou de qualquer outro terrorista.
 
Vale a pena consultar os posts com a etiqueta INTIFACADA. Não são exaustivos, mas são esclarecedores.
 
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O ISLÃO É ISTO
 
 
Mas judeus e cristãos também são considerados seres supérfluos pelos donos do poder político e mediático.
 
Os actuais Donos do Mundo (ONUS, UNESCOS, Uniões Europeias, Obamas, Papas Franciscos, Dilmas, Costas, plutocratas anti-semitas Soros, islamófilas Angelas Merkels, quase todos os JORNALISTAS, etc., etc.) não podem estar-se mais nas tintas para o genocídio dos cristãos e dos judeus.
 
Nos países islâmicos (como nesta imagem, no Paquistão) é assassinado em média 1 cristão a cada 5 minutos. Os muçulmanos esquartejam bebés das famílias cristãs que recusam converter-se. Os judeus ainda têm o seu micro-Estado (apesar de infiltrado pelos islamistas e demonizado pela Imprensa e pelos políticos de esquerda), mas as minorias religiosas nos países islâmicos, estão a ser dizimadas. E nós, no Ocidente, abrimos as portas a milhões de colonos muçulmanos!


- Quando os muçulmanos atacam judeus, são considerados "heróis", "combatentes da liberdade""vítimas inocentes". Quando atacam outras pessoas, são considerados "cidadãos mentalmente instáveis devido ao stress".

terça-feira, 20 de setembro de 2016

"O terrorista é um bom companheiro"...

Na sequência do post de ontem:

Ataque surpresa: terrorista islâmico tenta matar soldado israelita

em que vos assegurámos que os JORNALISTAS se apressariam a canonizar o terrorista e a demonizar o soldado israelita.


Recordamos:
 
 

Um ataque terrorista islâmico igual aos que vemos todos os dias, em todo o Mundo. Felizmente que foi o terrorista a morrer, e não a vítima do ataque.

Como sempre acontece (consulte a nossa secção INTIFACADA) as manchetes e as notícias omitiram o ataque terrorista e apresentaram a acção das autoridades de Israel como arbitrária.
 
Não vamos alongar-nos. Vamos só mostrar o vencedor destacado do cobiçado Prémio Difamação de Israel, que foi o conhecido Channel 9 News, da Austrália:


 

Em Português seria:

"Palestino 'executado' após ataque à facada em posto de controlo israelita".

Quem atacou quem? A "notícia" faz crer que foi o israelita a atacar, e que o terrorista foi abatido sem motivo.

Mas a coisa não fica por aqui. Os terroristas árabes que atacam judeus são habitualmente descritos pelos jornalistas como "militantes", activistas" ou "combatentes da liberdade".

Desta vez, o Channel 9 News, conhecido pela sua militância islamista e anti-semita conseguiu ultrapassar-se e apelidou o terrorista de "companheiro" ("fellow"):




Faz lembrar a famosa canção tradicional "Porque Ele é Um Bom Companheiro":

 
 
No corpo da "notícia" declara-se repetidamente que se tratou de uma "execução extra-judicial".
 
Compreende-se a frustração dos jornalistas. O seu "companheiro" não conseguiu matar o soldado judeu.
 
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Há 80 anos, o Nazismo a linha da frente de perseguição Amalequita aos judeus. Hoje são os terroristas islâmicos, a extrema-esquerda e os jornalistas, que usam o absurdo argumento a "Palestina Árabe" para tentarem o objectivo que perseguem à 6 mil anos.
 
O Channel 9 News está ao nível da propaganda islamista ou nazi.
 
A Brigada das Mártires da Mesquita do Al-Público, a Frente Al-Expresso, o Boko Al-SIC, o Al-Farinha Notícias magazine, que se ponham a pau, que estes australianos ainda lhes começam a morder os calcanhares (que Alá não o permita...).
 
 
 
Redigido com recursos da HONEST REPORTING, um site que recomendamos a quem queira saber a verdade sobre o que se passa em Israel, em vez da propaganda divulgada pelos media.



segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Ataque surpresa: terrorista islâmico tenta matar soldado israelita


Ontem, domingo, um terrorista islâmico (vulgo "palestino") atacou um soldado do IDF (Forças de Defesa de Israel) à facada. Pode ver o vídeo mais abaixo.

O soldado israelita abateu o terrorista, exactamente como fazem os polícias e os soldados no resto do Mundo:

Polícia belga abate terrorista muçulmana. E se fosse em Israel?


Mas podeis estar certos de que a generalidade da inadjectivável classe profissional dos JORNALISTAS  se encarregará de contar a história ao contrário. De dizer que o pobre "palestino" nada fez, e que o malandro do soldado israelita o "executou".  

Como sempre. Afinal de contas, os petrodólares que os islamojornalistas recebem, destinam-se a isso mesmo: demonizar Israel e os judeus.

Com o aproximar do Ano Novo Judaico, a INTIFACADA tende a intensificar-se. A opinião pública global, que reconhece a todos os países do mundo o direito de abaterem terroristas em plena síndrome de jihad súbita, para poupar vidas inocentes, considera que o dever do bom judeu é deixar-se matar, muito quietinho *...

Os acontecimentos foram captados pelas câmaras de segurança:





* - Mas se os judeus fizessem como a extrema-esquerda e a extrema-direita recomendam, e se se deixassem matar muito quietinhos, seriam acusados de passividade. 

Apesar de os judeus terem dado luta heróica às tropas nazis - que fizeram tremer os mais poderosos exércitos do mundo - não é invulgar ouvirmos que se morreram milhões de judeus - crianças, mulheres, homens, idosos, cidadãos com deficiência - nos campos de concentração, foi porque "quiseram", porque não enfrentaram convenientemente as SS e os Panzers, com os seus triciclos e as suas bengalas, e assim... 

Por essas e outras é que o anti-semitismo não é uma ideologia: é uma doença mental. Possivelmente incurável.

domingo, 18 de setembro de 2016

O médico judeu que escapou ao Holocausto e criou os Jogos Paralímpicos

Não se esqueça de ler o nosso post anterior:

Israel nos Paralímpicos 2016


Clip do filme "Best of Men"/"Os Melhores dos Homens", que celebra a vida e a obra de Ludwig Guttman, o pai dos Jogos Paralímpicos e da terapia pelo Desporto.


Rio 2016: a inspiradora história do médico judeu que deu origem ao movimento paralímpico depois de escapar da Alemanha nazi

 
Para Gutmann era crucial que os pacientes com incapacidades pudessem ter uma vida normal.

O pai morreu num campo de concentração e a irmã numa câmara de gás. Ele conseguiu escapar. 

O ano era 1939, quando o alemão Dr. Ludwig Guttmann, de origem judaica, conseguiu fugir da Alemanha nazi de Adolf Hitler e alcançar o Reino Unido, onde se tornou a pessoa mais importante na criação do evento que hoje conhecemos como os Jogos Paralímpicos.
 

Sem outras posses que não o seu trabalho como neurocirurgião num dos principais hospitais da Alemanha, Guttmann recebeu um visto de refugiado e uma bolsa de estudos para poder estabelecer-se com a sua esposa e os dois filhos em Oxford, onde continuou as suas pesquisas sobre lesões na coluna vertebral.


As notícias sobre os Jogos de Stoke Mandeville propagaram-se com tanta rapidez, que quatro anos depois era já um evento internacional.


A eclosão da II Guerra Mundial abalou a vida de Guttmann, mas também abriu um caminho no seu futuro. 


Graças ao seu passado e ao seu conhecimento, o governo britânico pediu a Guttmann em 1944 para criar e desenvolver o departamento de lesões na coluna vertebral no Hospital de Stoke Mandeville, uma pequena cidade localizada uma hora a noroeste de Londres.

Depois da ascensão nazi ao poder na Alemanha, Guttmann só foi autorizado a exercer neurocirurgia no hospital judeu de Breslau. Mas era o melhor especialista do país.
- Wikimedia Commons

A maioria dos seus pacientes eram veteranos de guerra, que vieram para o hospital para passar os seus últimos dias de vida. 


A expectativa de vida de uma pessoa com lesões na coluna vertebral era de menos de dois anos na década de 40, mas Guttmann conseguiu mudar radicalmente essa estatística graças às descobertas proporcionadas pelas suas pesquisas, que demonstraram que o desporto pode desempenhar um papel preponderante.

Ludwig Guttmann (à esquerda) e o atleta Eric Russell nos Jogos Paralímpicos Toronto1976.
- Wikimedia Commons


"Começámos com ex-soldados, primeiro com jogos simples, como dardos, bilhar ou uma espécie de bowling. Foi assim que vi que os pacientes reagiram, não só fisicamente, mas também psicologicamente", diz o alemão nacionalizado inglês num arquivo de vídeo da BBC. 

Com os resultados positivos, o Dr. Guttman obteve a autorização para incorporar o desporto no tratamento dos seus pacientes, e foi esta a origem daqueles que são considerados os primeiros Jogos Paralímpicos da História, os Jogos de  Stoke Mandeville, em 1948.

Rigoroso e carinhoso
 

Nos primeiros jogos, que foram realizadas em paralelo com os Jogos Olímpicos de Londres, participaram 16 atletas numa só modalidade: tiro com arco.

No Rio de Janeiro há mais de 4.000 atletas, de 170 países, um aumento que reflecte o quão importante foi a contribuição de Guttmann e do Hospital de Stoke Mandeville, que se manteve sempre fiel às suas raízes, promovendo o desporto como uma ajuda para os seus pacientes.


Para a atleta britânica Tanni Grey-Thompson, as pessoas com deficiência estão em dívida com o Dr. Guttmann.


Um deles, Phillip Lewis, que participou nos Jogos Paralímpicos entre 1964 e 1972, recordou a influência que Guttmann teve sobre ele:

"Era um tanto rigoroso com a sua equipa e com os pacientes", disse Lewis à BBC. Passou 10 meses em Stoke Mandeville, após ter fracturado o pescoço num acidente de carro aos 24 anos.

"Mas acima de tudo tinha um enorme carinho. Ele inculcava perseverança, queria o melhor para nós, queria que encontrássemos um caminho".



Os Jogos Paralímpicos nasceram oficialmente em Roma em 1960, quando foram realizadas paralelamente aos Jogos Olímpicos tradicionais na capital italiana.

Uma das melhores atletas paralímpicas britânicas no Reino Unido, Tanni Grey-Thompson, acredita que todas as pessoas com deficiência estão de uma forma ou de outra em dívida para com o médico alemão:

"Ele estava convencido de que tínhamos de viver uma vida normal. Ele persistiu com a sua ideia, num um momento em que as pessoas provavelmente o consideravam um pouco louco, por acreditar que as pessoas com deficiência poderiam ser fisicamente activas", disse à BBC  a 11 vezes medalhista de ouro paralímpica.


Caminho a percorrer

O sucesso dos Jogos em Londres há quatro anos, onde as bancadas estiveram cheias, teve um grande impacto sobre os meios de comunicação de todo o mundo, e mostrou o longo caminho que foi percorrido nas Paraolimpíadas.

Mas também definiu um desafio para organizações futuras, como está a acontecer no Rio de Janeiro.

 Os Jogos Paralímpicos de Verão de 2012 foram considerados os melhores de sempre. 


A "cidade maravilhosa" passou com sucesso os testes da cerimónia de abertura e do primeiro dia de competição, mas também são visíveis os problemas para atrair o público aos estádios, e a luta para alcançar maior exposição nos media.

Isso demonstra que, apesar do progresso que tem sido feito, algo impensável há 40 anos, há ainda um caminho a percorrer.

"Se lhes proporcionarmos o tratamento adequado desde o início, não só poderemos prolongar a expectativa de vida destas pessoas, mas que elas também possam ter vidas tão normais quanto uma pessoa sem deficiência" foi o pensamento do médico alemão, que morreu em 1980, expresso numa entrevista à BBC.

Um conceito que, para ser alcançado, carece ainda do passo em direcção a um futuro em que não haja divisão entre Jogos Olímpicos e Paralímpicos, mas apenas Jogos, em que se apenas se fale de Desporto.



 Sir Ludwig Guttman

- Traduzido por nós do site da BBC

Vale a pena assistir aos vídeos desta playlist (há muitos outros no YouTube) sobre a vida e a obra de Sir Ludwig Guttmann*:


- * Mais um judeu que contribui para a "percentagem desproporcional de judeus em todas as organizações".
De facto, é verdade. Sendo os judeus apenas menos de 1 pessoa em cada 2 mil, há judeus que se distinguem em todas as áreas. Na nossa opinião, isso não é "suspeito", como dizem alguns. É apenas o resultado de uma cultura que valoriza o estudo e o serviço ao próximo.