terça-feira, 25 de abril de 2017

PROJECÇÃO ISLÂMICA: Porque é que os muçulmanos odeiam infiéis




Acusando os não-muçulmanos de fazerem aos muçulmanos o que o Islão ordena que os muçulmanos façam aos outros.

Um facto pouco conhecido: quando os muçulmanos perseguem as minorias religiosas, muitas vezes justificam essa perseguição projectando os piores aspectos do Islão sobre os "infiéis". Um fenómeno bem conhecido, a "projeção" é definido como "a atribuição das suas próprias ideias, sentimentos ou atitudes a outras pessoas". Um artigo académico afirma: "A projecção permite que o assassino projecte o seu (inaceitável) desejo de matar (torturar, estuprar, roubar, dominar, etc.) em algum grupo-alvo ou pessoa. Isso demoniza o seu alvo, tornando ainda mais aceitável matar".

Por conseguinte, quem ouça o último vídeo feito pelo ISIS incitando à violência contra os coptas do Egito, pensará que a minoria cristã está a oprimir a maioria muçulmana - daí a necessidade de o heróico ISIS "retaliar".

Os islamistas do ISIS executaram 21 cristãos para vídeo de propaganda. Vídeo disponível no site do ex-terrorista 'palestino' e hoje cristão e Amigo de Israel, Walid Shoebat.
 

O ISIS fez um vídeo numa praia da Líbia em 2016, assassinando cristãos, e retratou as suas acções como "vingança" contra a Igreja Copta, que o ISIS acusa bizarramente de sequestrar, torturar e forçar mulheres muçulmanas a converterem-se ao Cristianismo - tudo o que os muçulmanos fazem regularmente aos cristãos no Egipto. (Aparentemente, o assassinato de cerca de 60 cristãos numa igreja de Bagdade alguns anos antes - que os jihadistas também retrataram como vingança contra a conversão forçada de muçulmanos pela Igreja Copta - não foi suficiente).


 Bebé assassinado em "operação abençoada" numa igreja iraquiana em 2010. A mesma terminologia usada quando assassinam judeus em Israel.RE

Quando um clérigo muçulmano disse que "sempre que eles (os Estados Unidos) invadem um país muçulmano, eles atacam a um domingo”, ele também estava a projectar o que ele sabe sobre os ataques muçulmanos contra os infiéis. Olhe-se para qualquer relatório de ataques muçulmanos contra os cristãos e suas igrejas, especialmente no Egipto: são quase sempre às sextas-feiras, pois esse é o dia da semana em que os muçulmanos se reúnem nas mesquitas para as orações, apenas para ouvirem invariavelmente sermões que exaltam o seu ódio contra os infiéis.

Mas talvez o melhor exemplo seja Ayat Oraby - a mulher de rosto sorridente, de hijab rosa, uma activista muçulmana com muitos seguidores muçulmanos nas redes sociais. Num vídeo que ela fez alguns há alguns meses (na mesma época em que as autoridades disseram que os cristãos egípcios estavam a sofrer ataques "a cada dois ou três dias"), esta mulher muçulmana que reside na América procurou fomentar tanta hostilidade contra os coptas quanto possível. E ela fez isso acusando-os de fazerem aos muçulmanos o que os muçulmanos estão sempre a fazer aos cristãos. Depois de chamar à Igreja Copta de "um bando de gangsters" e uma "máfia total" que "governa [o Egipto] por trás das cortinas", ela acusou os cristãos de "esconderem armas nas igrejas" e "pretenderem criar um Estado copta" para continuarem a travar "uma guerra contra o Islão".





Enquanto isso, no mundo real - que consiste em cerca de 200 nações - o Egipto é a 21ª pior nação para os cristãos viverem. No Egipto os cristãos experimentam "perseguição muito elevada", de acordo com a escala da "Portas Abertas", uma organização internacional dos Direitos Humanos. O rapto de mulheres e crianças cristãs e a sua conversão forçada ao Islão são moeda corrente. Aldeias e igrejas cristãs inteiras são regularmente incendiadas por boatos de que um cristão "blasfemou" contra Maomé nas redes sociais, ou de que um cristão está a namorar uma mulher muçulmana.

Mas muitos muçulmanos, como esta Ayat Oraby, vêem-se sempre como vítimas, e são cegos a tais factos. As suas noções de realidade são formatadas pelo Islão. E se o Islão pede hostilidade constante contra o "outro" - o não-muçulmano, o infiel - que deve ser aniquilado ou subjugado de um modo ou de outro, isso deve significar que o "outro" está constantemente a trabalhar para aniquilar e subjugar os muçulmanos.

Este tipo de pensamento vem desde o começo do Islão: as conquistas islâmicas do sétimo século - essas "maravilhosas aberturas altruísticas" - são constantemente retratadas, não como uma guerra ofensiva, mas defensiva. Os muçulmanos supostamente deixaram a Arábia, conquistando e saqueando o Médio Oriente, o Egipto, o Norte da África, a Espanha e a França, para travarem os infiéis, que aparentemente se preparavam para partir para a Arábia para apagar um Islão nascente. É assim que a disciplina de História é ministrada nas escolas islâmicas ao redor do mundo.

Vamos voltar a Ayat Oraby e considerar as suas reivindicações "projectivas". Ela acusa os cristãos do Egipto de controlarem os acontecimentos "por trás das cortinas". Essa é uma afirmação tão irónica quanto antiga. Em 2010, o proeminente clérigo egípcio Khalid al-Jundi queixou-se de que no Egipto "os muçulmanos têm menos direitos que os cristãos, e nem mesmo têm o direito de adorar como os cristãos". Na realidade, e como é bem sabido, as igrejas cristãs enfrentam imensas restrições; apenas falar de construir uma igreja desencadeia distúrbios em massa e ataques contra os cristãos. Os factos falam claramente: há 114.000 mesquitas no Egipto, mas apenas 2.000 igrejas, o que representa 57 mesquitas para cada igreja, embora os cristãos sejam pelo menos dez por cento da população.



Uma mulher exibe fotos de Mariem, uma criança de oito anos que foi morta num ataque a um casamento na Igreja da Virgem, no Cairo, e uma caricatura de um minarete abraçando uma igreja, durante uma manifestação silenciosa para exigir que o governo forneça maior protecção aos Cristãos, no Cairo, Egipto, 22 de Outubro de 2013.
© 2013 Reuters

Além disso, num país onde o Islão reina como poder supremo, onde a lei religiosa Sharia (que exige a subjugação dos não-muçulmanos - ver Corão 9:29) faz parte da Constituição, onde os coptas foram condicionados ao longo de séculos a contentarem-se com serem deixados viver - é razoável acreditar que esses "infiéis" idiotas, que representam dez por cento da população, estejam a planear uma tomada de poder violenta no Egipto?

Quanto às alegações de Oraby de que os cristãos do Egipto estão "a armazenar armas nas igrejas" e a "esforçarem-se para criar um Estado copta" para continuarem a "lutar contra o Islão", essa é outra acusação estafada. Muhammad Salim al-Awwa, ex-secretário-geral da União Internacional para os Estudantes Muçulmanos, apareceu na Al-Jazeera a acusar os coptas de "transportarem armas e munições para as suas igrejas e mosteiros" - importados de Israel, que é descrito como "o coração da causa copta" - e a "prepararem-se para fazer guerra contra os muçulmanos". Ele advertiu que se nada for feito, o "país vai ser incendiado", incitando os muçulmanos a "contrabalançar a força da Igreja [copta]".


Vídeo feito por muçulmanos orgulhosos, estuprando uma menina cristã copta enquanto a sua mãe tenta protegê-la. Em plena luz do dia, nas ruas perto de um grande mercado no Alto Egipto, Os cânticos de Allahu Akbar são muito comuns quandoos muçulmanos estupram as mulheres infiéis. Este é dos vídeos mais censurados pelos islamofascistas do YouTube/Google.

Na realidade, o que é sempre incendiado no Egipto são as igrejas coptas, pelas mãos de turbas e terroristas muçulmanos - como quando quase 70 igrejas foram atacadas e muitas destruídas após a expulsão do Muhammad Morsi da Irmandade Muçulmana. Além disso, são os muçulmanos que contrabandeiam e armazenam armas, inclusive nas mesquitas, para alimentarem as suas jihads separatistas, para se separarem dos poderes "infiéis" (vide por exemplo, as tentativas separatistas na Chechénia ou Mindanao, onde os jihadistas tentam separar-se da Rússia e das Filipinas respectivamente, ou contra o governo Sisi, no Egipto, onde vastos arsenais de armas de fogo são regularmente descobertos nas mesquitas).



O egípcio Sheikh Wagdi Ghoneim, líder da organização terrorista Irmandade Muçulmana, a viver na Turquia, diz que os massacres nas igrejas no Egipto são a punição do deus Alá contra os "Cruzados".


Como o activista copta Mounir Bishai disse uma vez: "De repente, nós [os coptas] deixámos de pugnar pela nossa auto-defesa, de exigir [os nossos] direitos, para passarmos a ter que explicar ao público que não estamos a privar os outros dos seus direitos... agora nós estamos a ser acusados de acumular armas... Como é que de repente nos transformámos de perseguidos em perseguidores, do partido fraco em partido forte e tirânico, de atacados em infames atacantes e de pobres em ricos exploradores? Como é que essas mentiras se generalizaram, sem que ganhássemos terreno ou melhorássemos a nossa situação?".

Mesmo no campo da teologia, os muçulmanos projectam as noções de jihad e "martírio" do Islão, a luta até a morte pelo Islão, em teologia cristã. Por exemplo, no meio da acusação de que os coptas estão a armazenar armas para combater os muçulmanos, a Al Azhar Scholars Front, que consiste em alunos de Al Azhar, declarou: "O Cristianismo está constantemente a definir a sua política aberta e secreta de eliminar todos os seus rivais e em degradar os seguidores de outras religiões, privando-os de todas as razões para viver, de modo que eles sejam forçados a converter-se ao Cristianismo".




De facto, isso é precisamente o que o Islão faz: através da jihad, que consiste precisamente em "eliminar todos os seus rivais" ou, através da instituição da dhimmitude, que consiste precisamente em "degradar os seguidores de outras religiões e os privar de toda razão de viver , para que sejam forçados a converter-se ao Islamismo". Isso é historicamente e doutrinariamente demonstrável.

Da mesma forma, quando o Bispo Bishoy declarou que os cristãos do Egipto estão a ser martirizados devido ao aumento da sua perseguição, isso também foi completamente "islamizado" como uma declaração de "guerra até à morte", incluindo por al-Awwa, que, durante o discurso na Al Jazeera, afirmou: "O padre Bishoy declarou que iriam chegar ao ponto do martírio, o que só pode significar guerra. Ele disse: ‘Se você falar sobre as nossas igrejas, partiremos para o martírio’. Isto é uma declaração de guerra!".

Naturalmente, a noção de que um mártir é alguém que faz a guerra e morre em jihad, ou "guerra santa", é intrínseca ao Islão (ver por exemplo, Corão 9: 111). O conceituado Arabic-English Dictionary de Hans Wehr traduz shahid (“mártir”) como “o que morre a combater os infiéis”. Por outro lado, o martírio cristão sempre significou ser perseguido e morto por recusar-se a rejeitar o Cristianismo - e essa definição de "martírio" é a que durante séculos que durante séculos se aplicou aos cristãos do Egipto, e é a definição a que o Bispo Bishoy claramente se referiu (veja este artigo para mais informações sobre as diferenças importantes entre as noções cristãs e muçulmanas de martírio).


RECAPITULANDO:

- Os muçulmanos regularmente raptam, estupram, lavam o cérebro e obrigam as meninas cristãs a converter-se.

- Os muçulmanos regularmente contrabandeiam e armazenam armas, inclusive nas suas mesquitas. E acusam os cristãos de fazerem exactamente a mesma coisa;

- Os muçulmanos estão constantemente a tentar destruir ou conquistar nações infiéis. E acusam os cristãos de fazerem exactamente a mesma coisa;

- Os muçulmanos procuram eliminar ou subjugar o infiel de acordo com a doutrina da jihad e da dhimmitude. E acusam os cristãos de fazerem exactamente a mesma coisa;

- A violência islâmica aparece regularmente às sextas-feiras. E os muçulmanos acusam os cristãos (ou meramente os ocidentais) de atacar o Islão aos domingos.

- O martírio islâmico significa matar os outros e a si mesmo enquanto se faz a jihad para fortalecer o Islão. O martírio cristão, que sempre significou aceitar a morte em vez de renunciar à fé, é definido como exactamente a mesma coisa.

Esta longa excursão às projeções islâmicas sobre os cristãos, usando o Egipto como paradigma, serve a outro propósito: sugere que, se a projecção civilizacional permeia o mundo muçulmano, apesar da realidade, poderá também ser por isso que os povos do Ocidente – na sua maior parte praticantes do Cristianismo ou influenciados pela sua ética e costumes - não podem aceitar as realidades do Islão - porque também projectam os ideais da sua herança religiosa - que prega o amor, a tolerância e o perdão pelos inimigos - sobre os muçulmanos e o Islão?

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Raymond Ibrahim é um cristão egípcio. É Shillman Fellow no David Horowitz Freedom Center, é Judith Friedman Rosen Writing Fellow no Middle East Forum e colaborador da CBN News. É autor de Crucified Again: Exposing Islam’s New War on Christians (2013) e The Al Qaeda Reader (2007).

Este artigo foi publicado no site RAYMOND IBRAHIM (que de dedica especialmente a reportar o Holocausto dos Cristãos às mãos dos muçulmanos), e no FRONT PAGE MAG. Temos todo o gosto em que o partilhe, citando a fonte: Raymond Ibrahim.


A tradução é nossa, e as imagens e legendas foram escolhidas por nós, à excepção da que encabeça o artigo. 

Convidamos o leitor de boa-fé a fazer a sua parte para proteger os cristãos e todas as vítimas do Islão. E a comparar a difamação/projecção islâmica dos cristãos, com a difamação/p+rojecção islâmica de Israel e dos judeus.

Chamamos a atenção para o último parágrafo: cristãos, judeus, pessoas de Bem em geral, preferem fuzilar o mensageiro, porque se recusam a acreditar que o Islamismo seja todo esse horror. Mesmo quando os próprios muçulmanos assumem, sem papas na língua, que o objectivo do Islão é dominar o mundo e submeter ou exterminar os infiéis:




segunda-feira, 24 de abril de 2017

'Quatro milhões de judeus poderiam ter sido salvos', afirma Netanyahu em Yom Hashoah


"Se os poderes em 1942 tivessem agido ..., poderiam ter salvo 4 milhões de judeus e milhões de outras pessoas", afirmou Netanyahu na cerimónia oficial do Dia do Memorial do Holocausto no Yad Vashem.

No seu discurso no domingo à noite na cerimónia oficial de Estado que marcou o início do Dia do Memorial do Holocausto no Museu do Holocausto/Yad Vashem, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu denunciou a inacção dos Aliados durante o Holocausto e o seu fracasso em salvar os judeus.

Referindo-se a documentos da ONU recentemente divulgados mostrando que os Aliados compreenderam a situação terrível dos judeus da Europa já em 1942, Netanyahu enfatizou a importância de um forte Estado judeu.

"Se os poderes em 1942 tivessem agido contra os campos de extermínio - e tudo o que era necessário era bombardearem-nos repetidamente - se tivessem agido, poderiam ter salvo 4 milhões de judeus e milhões de outras pessoas", disse ele.

Cerimónia integral:



"Os poderes sabiam, e não agiram", afirmou. "Quando crimes terríveis estavam a ser cometidos contra os judeus, quando os nossos irmãos e irmãs estavam a ser enviados para os fornos, os poderes sabiam e não agiram".
"Temos de ser capazes de nos defender"

Netanyahu declarou três causas para o abate organizado de judeus: anti-semitismo generalizado, indiferença global e a fraqueza do povo judeu na Diáspora. A lição é clara, continuou ele, enfatizando a importância de um forte Estado de Israel e da sua capacidade de se defender.

"Temos de ser capazes de nos defendermos sozinhos contra qualquer ameaça e contra qualquer inimigo", declarou. "De um povo indefeso, nós transformámo-nos numa nação robusta. De uma nação indefesa, nós transformámo-nos num país poderoso, que pode defender-se, com um dos exércitos mais fortes".

Netanyahu disse que essa lição o guia "todas as manhãs e todas as noites".

Israel transformou-se numa nação forte, com uma das "mais fortes forças defensivas do mundo", acrescentou Netanyahu, alertando que "aqueles que buscam destruir-nos, colocar-se-ão em perigo de destruição".

O líder israelita também condenou a "hipocrisia" das Nações Unidas (ONU), que , disse, transfere o seu "ódio aos judeus em ódio ao Estado judeu".
World Israel News

- Tal como no Holocausto, hoje  Mundo sabe do extermínio dos Tibetanos pela China comunista e nada faz; sabe do extermínio dos cristãos na Coreia do Norte e nada faz; sabe do extermínio dos cristãos e dos animistas no sul do Sudão, e nada faz; sabe do extermínio dos cristãos (1 cristão e assassinado a cada 5 minutos) e de outras minorias no mundo islâmico, e nada faz.  Daqui a uns anos também iremos dizer hipocritamente que "nunca mais"?

Guterres promete estar "na linha de frente na luta contra o anti-semitismo"


Em discurso no Dia da Memória do Holocausto, o secretário-geral da ONU condenou o "tremendo crime e o erro mais estúpido" que o seu país cometeu, na expulsão dos seus judeus no final do século XV. 
O secretário-geral da ONU, António Guterres, prometeu estar na vanguarda da luta contra o anti-semitismo ao dirigir-se à Assembleia Plenária do Congresso Judaico Mundial no domingo à noite, na véspera do Dia da Memória do Holocausto.
"Como secretário-geral das Nações Unidas, estarei na linha de frente na luta contra o anti-semitismo", afirmou Guterres. "O anti-semitismo nunca morreu apesar do choque do Holocausto".

Guterres reconheceu que a oposição ao direito de Israel de existir equivale ao anti-semitismo contemporâneo.

"A forma moderna de anti-semitismo é a negação da existência do Estado de Israel", disse ele. "Israel tem um direito inegável de existir e de viver em paz e segurança com seus vizinhos".
 
O Secretário-Geral também aproveitou a oportunidade para condenar os pontos negros da História de seu país natal, Portugal, sobre o anti-semitismo. Apontando para a "política sistemática de discriminação dos judeus na Idade Média", referiu-se à decisão de Portugal pouco depois da Inquisição espanhola, de expulsar os judeus, que ele descreveu como "um crime tremendo e o erro mais estúpido cometido em Portugal".
Outras autoridades da ONU que participaram do evento incluíam a directora-geral da UNESCO (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura), Irina Bokova, a embaixadora dos EUA Nikki Haley e o embaixador israelita na ONU, Danny Danon.
O presidente dos EUA, Donald Trump, também se dirigiu à Assembleia por vídeo, apelando a "acabar com o preconceito e o anti-semitismo onde quer que seja encontrado".
Por: Jonathan Benedek, World Israel News

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Ontem:


Hoje:


Sempre o mesmo ódio e as mesmas calúnias:


Há 70 anos, mandavam os judeus para Israel. Hoje mandam-nos sair de Israel.

Israel pára para lembrar as vítimas do Holocausto


 

Na manhã de Yom HaShoah,o Dia da Lembrança do Holocausto, os israelitas em todo o país suspenderam o que estavam a fazer e ficaram em silêncio, em memória dos seis milhões de vítimas assassinadas no Holocausto, enquanto uma sirene soou durante dois minutos, marcando o início das cerimónias oficiais do memorial.
Visite o Museu do Holocausto em Jerusalém.

Câmaras de segurança captaram ataque terrorista em hotel de Tel Aviv

O ataque terrorista deste domingo em Tel Aviv ficou documentado pelas câmaras de segurança do hotel onde um "palestino" de 18 anos esfaqueou dois homens e uma mulher. O terrorista esfaqueou depois uma quarta vítima - um homem - na praia defronte do hotel:

 


Pessoas com poucos conhecimentos em matérias de segurança e contra-terrorismo, tendem a desvalorizar os ataques com objectos cortantes ou perfurantes (facas, machados, cutelos, chaves de fendas, etc.), considerando que apenas as armas de fogo são graves. Na verdade, não é assim. Em mãos hostis, esses objectos são tão letais como uma pistola. Perguntem a quem sabe.

Mas os que verberam os israelitas por estes não se deixarem passivamente esfaquear, atropelar e queimar vivos pelos terroristas, decerto que teriam outra opinião se fossem eles mesmos os alvos. O Holocausto, os pogroms comunistas, e outras formas de extermínio dos judeus, vivem no inconsciente colectivo e perpetuam-se no financiamento dos terroristas dedicados a exterminar judeus.

A "Autoridade Palestina" - o bando terrorista que o Mundo aceita como se fosse uma instituição normal - apelou a que os muçulmanos atacassem os judeus por todos os meios (facas, carros, fogo, etc.). "Autoridade Palestina" é subsidiada pelo Mundo inteiro (tal como os terroristas do Hamas, que dominam Gaza e atacam atacam sistematicamente Israel). 

Ver INTIFACADA


P.S. - Este terrorista entrou em Israel inserido num grupo de "pacifistas" árabes muçulmanos denominado NATURAL PEACE TOURS. É esta a paz do Islão: depois de eliminados os infiéis, é a paz dos cemitérios.

domingo, 23 de abril de 2017

Casa Branca - Beijos lésbicos de se lhes tirar o chapéu!

É o escândalo do momento! Com a eleição de Donald Trump, previam-se campos de concentração para homossexuais, a eliminação sistemática de toda a população não-branca, marchas nazis na Brodway, etc., etc.. 

Como Trump fez mais em 80 dias do que o indivíduo que o antecedeu fez em 8 anos, como Trump está a ser um sucesso (com a Economia a acelerar, o desemprego a cair, o Mundo Livre a responder finalmente ao terror islâmico, etc.), a Esquerda revelou um caso CHOCANTE, que, na nossa opinião, deve levar à demissão imediata de Trump:



Kid Rock, Sarah Palin e Ted Nugent, foram convidados para a Casa Branca e tiveram o descaramento de posar de uma forma brincalhona em frente ao retrato oficial de Madame Clinton, ex-braço direito do Terrorista em Chefe, companheira sentimental e sexual da terrorista Huma Abedin, Esposa do casto Bill, etc., etc..

Mas o que escandalizou deveras a Esquerda foi que estes rednecks ("saloios", "caipiras") NÃO TIRARAM O CHAPÉU!!!!!!!!!!

E a gente a pensar que para a Esquerda era uma virtude ser-se do Povo...

Palin foi chamada asshole ("olho do c*", em Português) pelo Buzzfeed, e Nugent e Kid Rock foram obviamente chamados "racistas".

Agora, e para que se entenda que a Esquerda e apenas a Esquerda é a proprietária exclusiva de toda virtude, aqui vai um serão típico de Obama e da Esquerda na Casa Branca, com os convidados do Terrorista em Chefe:

Por ocasião de uma noite gay na Casa Branca, organizada pelo amigo Obama, o director nacional de uma coisa chamada 'Soluções para o Progresso', Matthew Hart, posou na frente do retrato de Ronald Reagan com os dedos como a imagem documenta:


E ficou tão orgulhoso da sua realização fotográfica, que a postou no Facebook com a legenda, "FUCK REAGAN" (Em Português, "QUE SE F*** O REAGAN!").

O educadíssimo e inteligentíssimo activista gay acrescentou:

"Sim, que se f*** o Reagan. Ronald Reagan tem sangue nas mãos. Ele estava na Casa Branca quando a AIDS explodiu, e ele ficou feliz por ver muitos homens gay e pessoas homossexuais morrerem. Ele era um louco assassino, e eu não tenho nenhum problema em dizer isso. Não me convidem de novo. Não me importo."

CLAP! CLAP! CLAP! PALMAS PARA O INTELECTUAL! Raciocínios destes só estão ao alcance dos Eleitos da espécie humana!

O gesto foi imitado pela simpática  e distinta fotógrafa Zoe Strauss:


Você, que é burro como nós (ou não estaria a ler isto), deve estar a pensar: "E se algum convidado de Trump fizesse estes gestos em frente ao retrato de Obama?"

Lá está! É DIFERENTE! Porque quando é a Esquerda a fazer, é bom e puro! Mas quando é a Direita, é mau e sujo!

Lembra-se das fotos de nudez da Melania Trump ou da mãe da Marine Le Pen? São fotos porcas, e elas são umas ordinárias, porque uma é casada com Donald Trump e a outra é mãe de Marine. Já as fotos de nudez da Isabel Moreira ou da mãe do Obama, são de nudez pura, boa e revolucionária, porque é gente de Esquerda!

Mas o momento alto desta trepidante noitada, tipicamente Obamesca, foi esta sessão de farrobodó entre a Zoe Strauss e outra senhora, bem debaixo do retrato de Reagan:




Que respeito! Que elevação! Isto sim, é refinamento! Não é cá como se o atrasado mental do Kid Rock se pusesse ali no esfreganço com uma qualquer pobretona, empregadota de bar, white trash, por debaixo do retrato da deusa Hillary! Isto é gente que bebe do fino! Isto é a fina-flor! Isto é a Esquerda!


- Para se instruir mais veja o MAIL ONLINE e o TRUTH REVOLT.

Choruda recompensa para o terrorista que assassinou estudante britânica

 Na continuação de:

Acto de bondade precedeu assassinato brutal de estudante britânica em Jerusalém


Assassino de estudante britânica vai receber pensão do governo 'palestino'
  
Hannah Bladon

O terrorista 'palestino' acusado de matar uma estudante britânica na semana passada receberá cerca de 1.000 dólares por mês do governo 'palestino'. Para colocar isto em perspectiva: um trabalhador 'palestino' médio ganha cerca de 450 dólares por mês, o que significa que, em recompensa por um dia de terror, o assassino de Hannah Bladon receberá mais do dobro do salário 'palestino' típico, a tempo inteiro, a cada mês, para o resto da sua vida ... ou pelo menos até que o mundo finalmente ponha fim a esta prática.

O governo da 'Autoridade Palestina', desafiando a pressão internacional, está a aumentar o seu orçamento para salários dos terroristas: em 2016 era de até 180 milhões de dólares. Esse orçamento é financiado em parte pelo Reino Unido, que fornece 25 milhões de libras (cerca de 32 milhões de dólares) por ano em ajuda externa.
Por outras palavras, os contribuintes do Reino Unido estão a pagar um salário ao terrorista que assassinou um dos seus próprios cidadãos. Esta questão cresceu em visibilidade após o quase assassinato do cidadã britânica Kay Wislon, cujos supostos assassinos recebem 9.000 libras por ano. Wilson sobreviveu apenas porque os terroristas acreditaram que ela já estava morta.
No caso de você ter perdido a história quando ela saiu pela primeira vez: Na semana passada Jamil Tamimi esfaqueou uma estudante de intercâmbio do Reino Unido até à morte no metro de superfície de Jerusalém. A vítima, de 21 anos, Hannah Bladon, era uma estudante universitária de Birmingham e estava a fazer um programa de intercâmbio na Universidade Hebraica de Israel.
Via HONEST REPORTING
HONEST REPORTING BRASIL

Kay Wilson sobreviveu a um brutal ataque terrorista islâmico. A sua amiga cristã Kristine Luken, foi assassinada no mesmo ataque.


Alguém consegue conceber o mundo inteiro a enviar dinheiro para o ISIS, para a Al-Qaeda, para o Boko-Haram, para qualquer grupo terrorista? 

Pois bem: os grupos terroristas como o Hamas ou a Autoridade "Palestina", que matam judeus, recebem dinheiro de todo o mundo, para continuarem o seu Holocausto. E Israel é pressionado pelo mundo inteiro a "dialogar" com eles.  

Alguém consegue conceber por exemplo a França a "dialogar" com os terroristas que fizeram os massacres do Charlie, do Ba-Ta-Clan, etc..?

Na nossa secção INTIFACADA tentamos fazer um pequeno acompanhamento desde fenómeno. Mas os ataques a judeus são permanentes. Ainda agora, mais um ataque terrorista em Tel Aviv, causando quatro feridos. As autoridades conseguiram deter o terrorista sem o matarem. Se o tivessem abatido (como sucederia em qualquer outro país do mundo) Israel seria acusado de "assassinar um inocente". Assim, o senhor vai preso, e Israel vai ser acusado de ter feito um "mais um prisioneiro político"

Enquanto isso, a família e o terrorista, quando em breve for libertado, vão receber uma choruda pensão. Que VOCÊ paga!


Sempre que são assassinados Israelitas, os "palestinos" celebram, em delírio. E os nazis, os jornalistas e a esquerda em geral também!

sexta-feira, 21 de abril de 2017

ISRAEL, PRIMEIRO ESTADO-NAÇÃO INDÍGENA MODERNO



Eu sou um indígena da tribo Métis, do norte da Alberta, Canadá.

Meu pai, Mervin Bellerose, foi o co-autor da lei sobre os Métis em 1989, que foi aprovada pelo Tribunal Legislativo de Alberta, em 1990, e fortaleceu os nossos direitos sobre a terra. Fundou a organização "Canadianos pela Responsabilização", um grupo de defesa dos direitos indígenas; e eu sou um dos organizadores e participantes do movimento "Nós Já Não Estamos Passivos", na cidade de Calgary.


 E sou um Sionista.

 Porque os judeus são um povo indígena de Israel e porque os palestinos não são.

 

O Estatuto de Indígena

Em primeiro lugar, devemos reconhecer que não há nenhuma regra que estipule que a terra não pode ter senão um povo indígena. Esta não é uma operação de soma zero em que se um grupo é considerado indígena e outro não é. Dizer que os judeus são um povo indígena não exclui a possibilidade de que os palestinos sejam também.

No entanto, existem regras muito claras para identificar um povo indígena. É um pouco complexo, mas pode ser resumido na lista de características abaixo, desenvolvida pelo antropólogo José R. Martínez Cobo (ex-Relator Especial da Subcomissão para a Prevenção da Discriminação e Protecção das Minorias nas Nações Unidas).




 Nativos americanos sob a bandeira de Israel

Esta lista de critérios foi desenvolvida para que os direitos dos indígenas começassem a ser respeitados em todo o globo. Este reconhecimento é extremamente importante porque, graças a ele, como indígenas, não podemos permitir que os povos não-indígenas produzam falsas alegações, que, em última análise, poderiam prejudicar os nossos próprios direitos.

Israel é o primeiro estado indígena do mundo moderno

A criação e a declaração da nação soberana de Israel marca a primeira vez em toda a História, em que as pessoas indígenas conseguiram recuperar o controle da sua terra ancestral e construir um Estado-nação. Como tal, é extremamente importante para os povos indígenas, reconhecer e apoiar Israel, que é um excelente exemplo a imitar pelos nossos povos.



A definição de trabalho actual do conceito de "povos indígenas" para cumprir os objectivos apresentados neste ensaio, é a desenvolvida pelo antropólogo José R. Martínez Cobo, mencionado acima. Ao tomá-la como ponto de apoio, vou dar detalhes de porque é que os judeus são os nativos de Israel e porque é que os palestinos não são.

A pesquisa de Martinez-Cobo sugere que as comunidades, os povos indígenas e as nações são aqueles que, tendo uma continuidade histórica com as sociedades anteriores à invasão e colonização, que se desenvolveram nos seus territórios, consideram-se ainda assim distintos de outras franjas que prevalecem agora nesses territórios, ou em partes deles. Eles formam hoje sectores não-dominantes da sociedade e estão determinados a preservar, desenvolver e transmitir às gerações futuras os seus territórios ancestrais e a sua identidade étnica, como a base da sua sobrevivência como povos, de acordo com os seus próprios padrões culturais, instituições sociais e sistemas legais.


Esta continuidade histórica deve assegurar a continuidade, por um longo período, até ao período actual, de um ou mais dos seguintes factores:


- A ocupação de terras ancestrais, ou pelo menos uma parte delas.


As 12 Tribos de Israel e seus territórios.

- A ancestralidade comum com os ocupantes originais dessas terras.
- A cultura em geral e eventos específicos (como a religião, o facto de viverem num sistema tribal, pertença a uma comunidade indígena, roupas, hábitos, estilo de vida, etc. ...).

- A Língua (se usado como a única Língua em vigor, a Língua materna como meio usual de comunicação em casa ou na família, ou como a Língua principal, preferida, habitual, geral ou normal).


Manuscritos do Mar Morto


- Habitação em certas partes do país ou em determinadas regiões do mundo.

- A religião, que afirma o lugar decisivo de conexão espiritual com as terras ancestrais.
- A quantidade de sangue - que corresponde à quantidade de sangue que se tem de um povo específico - que permite a alguém identificar-se com este. Este conceito foi desenvolvido pelos colonialistas, a fim de determinarem o que são as raças indígenas.



Um rápido olhar sobre os judeus. Até que ponto eles correspondem a esta definição?

• A terra foi ocupada, primeiro pelos Romanos e depois pelos Árabes no século VII.
• Eles compartilham um ancestral comum com os ocupantes originais, como identificaram vários estudos genéticos.

• Pode rastrear-se directamente a sua cultura no Levante, onde se têm desenvolvido, através do que é hoje conhecido como a "cultura judaica". Enquanto várias comunidades judaicas têm tradições ligeiramente diferentes, todas elas compartilham as mesmas raízes culturais e mantêm-se inalteradas ao longo do tempo. Eles reviveram a sua Língua tradicional, e embora muitos ainda falem Yiddish e Ladino, o Hebraico tornou-se novamente a língua predominante.

• Eles estabeleceram uma conexão espiritual com a sua terra, que desempenha um papel essencial nas suas tradições como povo.


Apesar de todos os argumentos relativos aos judeus "europeus", eles satisfazem, na verdade, todos os critérios estabelecidos por Martínez Cobo. Mesmo que Israel seja o primeiro Estado nativo moderno, ainda há territórios ocupados por estrangeiros na Cisjordânia (Judeia e Samaria). Estas são terras ancestrais, que muitas pessoas sentem que devem ir para os povos indígenas, no que diz respeito à auto-determinação.
 
O reverso da medalha

Os palestinos têm o que se pode chamar "direitos por presença de longa data" e, embora sejam direitos legítimos, eles não substituem os direitos indígenas. A verdadeira natureza da "presença de longa data" significa que, apesar de terem vivido lá há muito tempo, eles não têm o direito de ocupar ou controlar os povos indígenas.


O argumento de que os palestinos são os indígenas é impreciso por várias razões:
• Aproximadamente 50% dos árabes palestinos não são capazes de traçar a árvore genealógica dos seus antepassados sequer ​até aos seus bisavós. Muitos são descendentes de árabes levados para o Levante pelos Britânicos, para construírem infra-estruturas após a 1ª Guerra Mundial.
• A grande maioria dos palestinos são muçulmanos Língua árabe; o árabe é a língua nativa da Península Arábica, como é a religião muçulmana. Os lugares mais sagrados do Islão não são encontrados no Levante, mas na cidade de Meca, localizada na Península Arábica. Eles não têm cultura especificamente "palestina", que possa ser completamente datada como palestina, antes de 1960; na verdade, antes desse período, a maioria deles identificava-se como moradores da "Grande Síria".

• Alguns palestinos compartilham um ancestral comum com os povos indígenas, mas eles nunca seguiram as tradições indígenas, nem se identificam com os povos indígenas. Eles não compartilham nem a Lingua nem a religião com eles. A quantidade de sangue, por si só, é insuficiente para transmitir o estatuto de Indígena.

• Os árabes do Médio Oriente incluem várias populações nativas, mas nenhum grupo se torna indígena no lugar dos povos submetidos. Estes invasores conquistaram toda a região e propagaram a sua própria Língua, costumes e religião. Este é um facto histórico.


Agora você pode perguntar porque é que tudo isto é tão importante. Isto é importante para os povos indígenas, porque não podemos permitir o argumento de que os conquistadores podem tornar-se nativos. Se o permitirmos, como povos indígenas, esse argumento torna-se aceitável, e então nós deslegitimamos os nossos próprios direitos e desapareceremos.

 Se os conquistadores puderem tornar-se indígenas, os brancos europeus que invadiram as minhas terras ancestrais na América do Norte, poderiam agora proclamar-se nativos. Os brancos europeus da Austrália e da Nova Zelândia poderiam reivindicar-se como indígenas. Se, nem que seja apenas uma vez, nós permitirmos que este argumento se torne aceitável, os Direitos Indígenas serão abruptamente desvalorizados e desprovidos de qualquer significado. É muito estranho que aqueles que argumentam pelos "direitos indígenas" dos palestinos também sejam geralmente aqueles que têm menos compreensão da História e nenhuma compreensão da verdade do princípio dos Direitos Indígenas.



Zion Karasanti, Yitzhak Yifat e Haim Oshri, junto ao Muro das Lamentações, em Jerusalém, após a libertação pela Guerra dos Seis Dias, em 7 de Junho de 1967, à esquerda; e 40 anos mais tarde, a 16 de Maio de 2007.


Se você for confrontado com o argumento de que os conquistadores podem tornar-se nativos de uma região, em virtude dos direitos de conquista, pode colocar este artigo sob os narizes de quem o afirmar e ajudá-los a compreender não só porque é que esse argumento é falso, mas porque é tão perigoso para todos os povos indígenas, em qualquer lugar.



Por Ryan Bellerose no Israelycool

EUROPE-ISRAEL


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QUAL É O SINÓNIMO DE 'ISRAELITA'?
RESPOSTA: INDÍGENA.

Muita gente se põe  a opinar sobre o conflito Israelo-Árabe, mas pouca gente se dispõe a estudar. Muitos tomam partido com base na emoção, na manipulação mediática anti-semita.

Mas, curiosamente, são as pessoas que vivem em terras ROUBADAS aos povos indígenas, que mais odeiam que Israel seja independente de novo. Desde logo os muçulmanos, que dizimaram populações inteiras aos milhões, no Norte de África, Sul da Europa, Médio Oriente, Ásia. Veja-se o Egipto, onde sobrevivem os verdadeiros egípcios, os coptas, sempre sob cerrada perseguição.

Mas também outros colonos, como os europeus, os actuais habitantes das Américas, da Austrália, ou da Nova Zelândia. Veja este post, sff:

O clube dos COLONOS da ONU enterra Israel 

 

Veja estes posts, sff :

 

 


 

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